Contigo nunca me perco, perdendo-me ! (Ricardo Santos)

domingo, 25 de setembro de 2011

Lumiére – “Midnight in Paris”

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)               
                       
Um casal e os pais dela, numa viagem de negócios do pai, a Paris. Os jovens estão prestes a casar, mas não existem muitas convergências entre eles. Ele quer viver nos Estados Unidos e ele quer viver em Paris. O aparecimento de um casal amigo aguça as divergências. Gil está apaixonado pela cidade e vive o seu sonho de ser escritor.           
                
Realização – Woody Allen;
Argumento – Woody Allen;
Produção – Letty Aronson, Stephen Tenenbaum e Jaume Roures;
Orçamento – 30 milhões de dólares;
Estúdio – Mediapro, Gravier Productions;
Distribuidora – Pathé (UK/France), Sony Pictures Classics;
Estreia – 11 de Maio de 2011, no Festival de Cannes             
                      
Owen Wilson – Gil Pender;
Rachel McAdams – Inez;
Mimi Kennedy – Helen, mãe de Inez;
Kurt Fuller – John, pai de Inez;
Nina Arianda – Carol Bates, a amiga;
Michael Sheen – Paul Bates, o amigo;
Carla Bruni – Guia do Museu de Rodin;
Yves Heck - Cole Porter;
Alison Pill - Zelda Fitzgerald;
Corey Stoll - Ernest Hemingway;
Tom Hiddleston - F. Scott Fitzgerald;
Sonia Rolland - Josephine Baker;
Daniel Lundh - Juan Belmonte;
Kathy Bates - Gertrude Stein;
Marcial Di Fonzo Bo - Pablo Picasso;
Marion Cotillard - Adriana;
Léa Seydoux - Gabrielle;
Emmanuelle Uzan - Djuna Barnes;
Adrien Brody - Salvador Dalí;
Tom Cordier - Man Ray;
Adrien de Van - Luis Buñuel;
Gad Elmaleh - Detective Tisserant;
David Lowe - T.S. Eliot;
Yves-Antoine Spoto - Henri Matisse;
Laurent Claret - Leo Stein;
Vincent Menjou Cortes - Henri de Toulouse-Lautrec;
Olivier Rabourdin - Paul Gauguin;
François Rostain - Edgar Degas.            
               
Trailer Oficial                
                    
               
                
Entrevista (excertos) Festival Cannes, sob a estreia do filme            
                  
               
                    
Entrevista (excertos) Owen Wilson e Woody Allen, sobre o filme                  
                    
               
                         
Opinião         
           
Para quem gosta de cinema, aconselho vivamente.E quando já julgávamos que tínhamos visto tudo pela mão de Allen, eis que com 75 anos, eles nos brinda com uma comédia ligeira bem engendrada e contada que nos leva a pensar mais uma vez sobre aquilo que nos faz sonhar e se essas realidades ilusórias, os sonhos, valem a pena.
É em Paris, mais uma vez, a maravilhosa cidade da “Luz” que somos levados pela noite dentro, numa viagem temporal, do nosso personagem principal Gil Pender (Owen Wilson). Acredito que Owen tenha visto, cuidadosamente, as interpretações de Woody Allen, ao qual assentaria, perfeitamente, esta personagem.
Parece-me ser um filme bem conseguido e que não nos espantaria ser possível acontecer (será ??!!). Por incrível que pareça foi essa a sensação com que saí do cinema. Talvez porque a dimensão tempo, é tão misteriosa e apaixonante. Penso que esta sensação, todos a terão ao ver o filme.
Mais uma vez, o actor, realizador, argumentista e escritor, Woody Allen, nome artístico de Allan Stewart Königsberg, nascido em New York em 1 de Dezembro de 1935, mostra a sua qualidade cinematográfica.
Muito em breve irá figurar na minha galeria periódica “Notícia de Coluna”.

http://www.sonyclassics.com/midnightinparis/

sábado, 24 de setembro de 2011

Jazz Standards (XXXIII)

O que é um “Jazz Standard” ?              
                  
Os termos “standards” ou “jazz standards” são muitas vezes usados quando nos referimos a composições populares ou de músicas de jazz. Uma rápida pesquisa na Internet revela, contudo, que as definições desses termos podem variar em muito.
Então o que é um “standard” ?
Comparando definições de alguns dicionários e de estudiosos de música e baseando-nos naquilo que for comum e que estiver em acordo, será razoável dizer que:
“Standard” (padrão) é uma composição mantida em estima contínua e usada em comum, por vários reportórios.
… e …
Um “Jazz Standard” (padrão de jazz) é uma composição mantida em estima contínua e é usada em comum, como a base de orquestrações/arranjos de jazz e improvisações.
Algumas vezes, o termo “jazz standard” é usado para sugerir que determinada composição se torna um “standard”. Palavras e frases têm muitas vezes múltiplos significados e esta não é excepção. Neste sítio http://www.jazzstandards.com/ nós vamos usar a definição que tem maior aceitação geral, uma que aceita composições seja qual for a sua origem.              
                      
(Dados Biográficos In Wikipédia e In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)               
                        
(Sobre o tema em questão, algumas palavras retiradas de “in
http://www.jazzstandards.com/compositions/index.htm” - adaptação e tradução por Ricardo Santos)                  
                
It Could Happen to You (#60) - Música de Jimmy Van Heusen Letra de Johnny Burke 
Em 1944, Dorothy Lamour and Fred MacMurray, apresentaram “It Could Happen To You”, na comédia musical da “Paramount  Pictures”, “And The Angels Sing”. O filme conta-nos a história do quarteto/grupo musical “Angel Sisters”, composto por Dorothy Lamour, Betty Hutton, Diana Lynn e Mimi Chandler e as suas aventuras com mum chefe de orquestra, papel interpretado por Fred MacMurray.
Outras canções do reportório da dupla Van Heusen/Burke incluíam, “His Rocking Horse Ran Away,” “Bluebirds in My Belfry,” “For the Next Hundred Years,” “Knocking on Your Own Front Door,” “My Heart’s Wrapped Up in Gingham,” “When Stanislaus Got Married,” e “How Does Your Garden Grow?” onde a voz de Diana Lynn foi dobrada por Julie Gibson.               
                       
Miles Davis (Alton, Illinois, EUA, 26-05-1926 — Santa Monica, California, EUA, 28-09-1991) (Quinteto) – Do álbum “Relaxin” de 1956 com Miles Davis (trompete), John Coltrane (saxofone tenor), Red Garland (piano), Paul Chambers (contrabaixo) e Philly Joe Jones (bateria).                 
                       
                      
                        
Chet Baker (Yale, Oklahoma, 23-12-1929 – Amsterdão, 13-05-1988)         
               
              
                          
Letra (versão de Chet Baker)                
                      
Hide your heart from sight, lock your dreams at night
It could happen to you
Don't count stars or you might stumble
Someone drops a sigh and down you tumble
Keep an eye on spring, run when church bells ring
It could happen to you
All I did was wonder how your arms would be
And it happened to me
Keep an eye on spring, run when church bells ring
It could happen to you
All I did was wonder how your arms would be
And it happened to me              
                        
Harry Pickens (Brunswick, Georgia, nn-nn-19nn – 20xx) (Trio) – No 20º. Celebração Anual do Jazz. Com Harry Pickens (piano), Chris Fitzgerald (contrabaixo) e Jonathan Higgins (bateria).              
                     
                   
                         
Brian McCarthy (13-04-1981 – 20xx)  (Quinteto) – Um summit especial de saxofone em Vermont, em honra de Matt Clancy (saxofonista, compositor, e educador). Gravado ao vivo nos concertos de Clancy em 2 de Fevereiro de 2008. Com os saxofonistas Brian McCarthy, Chris Peterman e Michael Zsoldos, e ainda Steve Blair (guitarra), Art  Dequasie (conrabaixo) e Rich Magnuson (bateria).         
                        

Mia Couto fala sobre Segurança "Conferências Estoril"

…sobre este videoclip, foi publicado no Blog “O Cheiro da Ilha”, in
http://ocheirodailha.blogspot.com/2011/09/sobre-o-medo.html.                
                   
Obrigado Manuela, mas não me contento com o “link” que enviaste no “mail”. A intervenção de Mia Couto é importante demais, e por isso também quero que ele fique no meu Blog. Uma voz importante na cultura e letras portuguesas. Para ouvir até ao fim.             
                   

Programa do Jô – Atendimentos em “Telemarketing”

Por cá é a mesma coisa, ou não ???!!!            
                   

Ter ou não ter inimigos - Interacção Humorística (XXXIII)

Em 13-11-2009. Obrigado.            
                 
Ter ou não ter inimigos !                  
                    
Todos os seres humanos deveriam viver como esta boa e adorável mulher !

Quase ao final da missa dominical o sacerdote perguntou aos fiéis, na igreja: 
"Quantos de vocês conseguiram perdoar aos vossos inimigos ?"
A maioria levantou a mão. O sacerdote voltou a repetir a mesma pergunta e então todos levantaram a mão, menos uma pequena e frágil velhinha.
"Senhora Mariazinha ?  A senhora não está disposta a perdoar aos seus inimigos ?"
"Eu não tenho inimigos !" respondeu ela, docemente.
"Senhora Mariazinha, isso é muito raro!"  disse o sacerdote.
E perguntou, de seguida: "Quantos anos tem a senhora ?
E ela respondeu: "98 anos !"
O público presente na igreja levantou-se e aplaudiu a idosa, entusiasticamente.
"Doce senhora Mariazinha, conte para todos nÓs como se vive 98 anos e não se tem inimigos?"
A doce e angelical velhinha dirige-se ao altar, vira-se para a plateia e diz em tom solene, olhando para o público emocionado:             
                       
"Porque já morreram todos, aqueles filhos da puta !

Músicas House MD (4ª. Temporada) (IX)

Chk Chik Chick (1996 – 20nn) - É uma banda “Dance-Punk” formada em Sacramento, na Califórnia, em 1996. O seus membros vieram de outros grupos, como “The Yah Mos”, “The Black Liquorice” e “The Popesmashers”. A banda associada ao movimento “Dance-Punk”, estava actualmente baseada em New York, Sacramento e Portland (Oregon). Fazem parte Nic Offer,  Allan Wilson,  Mario Andreoni, Tyler Pope, Dan Gorman, Sean McGahan, Shannon Funchess e Paul Quattrone.                 
                    
Chk Chik Chick – There's No F*cking Rules, Dude                  
                   
                 
                        
Howard Bailey Jr. (Chingy) (St. Louis, Missouri, 09-03-1980 – 20nn) - É conhecido pelo seu nome artístico de Chingy é um “Rapper” norte-americano e tanto o seu estilo, como as suas letras são bem semelhantes aos dos “Rappers” Nelly e Ludacris. No Brasil, só veio a ser conhecido em 2005, com o single “Balla Baby”.                     
                    
Chingy – U A Freak (Nasty Girl)                 
                     
                
                        
Sam Beam (Carolina do Sul, 26-07-1974 – 20xx) – “Iron and Wine” É o nome artístico utilizado pelo cantor e compositor norte-americano de “Folk Rock” Sam Beam. Beam lançou o seu primeiro álbum como “Iron and Wine” em 2002, intitulado "The Creek Drank the Cradle", pela editora “Sub Pop”. A sua música é comparada a artistas como “Simon and Garfunkel”, “Neil Young”, “Nick Drake”,” Elliott Smith” e “John Fahey”.                    
                        
Iron and Wine – Passing Afternoon  (ao vivo na editora "Aquarius Records")              
                

sábado, 17 de setembro de 2011

Jazz Standards (XXXII)

O que é um “Jazz Standard” ?            
                     
Os termos “standards” ou “jazz standards” são muitas vezes usados quando nos referimos a composições populares ou de músicas de jazz. Uma rápida pesquisa na Internet revela, contudo, que as definições desses termos podem variar em muito.
Então o que é um “standard” ?
Comparando definições de alguns dicionários e de estudiosos de música e baseando-nos naquilo que for comum e que estiver em acordo, será razoável dizer que:
“Standard” (padrão) é uma composição mantida em estima contínua e usada em comum, por vários reportórios.
… e …
Um “Jazz Standard” (padrão de jazz) é uma composição mantida em estima contínua e é usada em comum, como a base de orquestrações/arranjos de jazz e improvisações.
Algumas vezes, o termo “jazz standard” é usado para sugerir que determinada composição se torna um “standard”. Palavras e frases têm muitas vezes múltiplos significados e esta não é excepção. Neste sítio http://www.jazzstandards.com/ nós vamos usar a definição que tem maior aceitação geral, uma que aceita composições seja qual for a sua origem.             
                 
(Dados Biográficos In Wikipédia e In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)                
                     
(Sobre o tema em questão, algumas palavras retiradas de “in
http://www.jazzstandards.com/compositions/index.htm” - adaptação e tradução por Ricardo Santos)                 
                     
Tea for Two (#59) - Música de Vincent Youmans Letra de Irving Caesar 
 Tea for Two” foi cantado pela primeira vez por Louise Groody e John  Barker, no musical da Broadway “No, No, Nanette”, o qual se estreou em 16 de Setembro de 1925, no Teatro “Globe” e que esteve em cena por 321 actuações. A canção ficou conhecida do público antes da sua apresentação oficial na Broadway, dado que a versão pré-Broadway de “No, No, Nanette”, teve tanto sucesso em Chicago que o seu produtor, Harry, Frazee, deixou-a lá em cena, durante um ano.                 
                      
Edgar A. Benson (?) (Orchestra) – Em 1924, a orquestra estava localizada nos “Marigold Gardens” de Chicago, um local famoso pelas suas conexões com “gangsters”. A música for gravada em 28 de Agosto de 1924, em Camden, New Jersey, para a Victor com a referência 19438-A.                 
                     
                       
                            
Joe Loss (22-06-1909 – 06-06-1990) (Orchestra) – Em ritmo de chá-chá-chá.                
                  
                     
                       
Doris Day (Cincinnati, Ohio, USA, 03-04-1922 - 20xx)
                  
                  
                        
Letra (versão de Doris Day)              
                 
Oh honey
Picture me upon your knee,
With tea for two and two for tea,
Just me for you and you for me, alone!
Nobody near us, to see us or hear us,
No friends or relations
On weekend vacations
We won't have it known, dear,
That we own a telephone, dear.
Day will break and I'm gonna wake
And start to bake a sugar cake
For you to take for all the boys to see.
We will raise a family,
A boy for you , and a girl for me,
Can't you see how happy we will be.
Picture you upon my knee
Tea for two and two for tea
Me for you and you for me, alone!
Nobody near us, to see us or hear us,
No friends or relations on weekend vacations
We won't have it known, dear,
That we own a telephone,
Dear.
Day will break and I'm gonna wake
And start to bake a sugar cake
For you to take for all the boys to see.
We will raise a family,
A boy for you, and a girl for me,
Oh can't you see how happy we will be.
How happy we will be           
                            
Art Tatum (Toledo, Ohio, 13-10-1910 - Los Angeles, Califórnia, 05-11-1956) – Uma estupenda execução, pelo pianista Art Tatum, desta música dos anos 20.             
               

Programa do Jô – A Camisinha no Convento

Cheque devolvido - Interacção Humorística (XXXII)

Em 06-11-2009. Obrigado.              
                      
Cheque devolvido                    
                        
O Juíz perguntou à prostituta:      
            
"Então, quando é que se apercebeu que tinha sido violada?"               
                  
A prostituta respondeu, limpando as lágrimas:                  
                  
"Quando o cheque veio devolvido !!!"

Gira-Discos (XI)


The Wallace Collection (1960 – 20xx) – Foi/É um grupo de música “Rock” belga. Foi constituído a partir de um grupo chamado “Sylvester’s Team”, onde três dos seus componentes começaram a tocar debaixo do nome de “16th Century”, com o baixista Christian Jannsens e dois membros da Orquestra Filarmónica Nacional Belga, Raymond Vincent e Jacques Namotte. Os “Wallace Collection sediados fora das Ilhas Britânicas, com o nome do museu que se erguia junto da sua editora, a EMI. O seu primeiro álbum “Laughing Cavalier”, foi gravado nos estúdios de ”Abbey Road” e foi colocado à venda em 1969. O “single” “Daydream” tornou-se um sucesso em 21 países, incluindo o Nº. 1 das tabelas belgas. Com o seu sucesso eles fizeram digressões na Europa, nos Estados Unidos, no México e na América do Sul. O grupo compôs para o filme francês “La Maison”, em 1970. Mais tarde, os “singles”, “Love” e “Serenade”, foram sucesso de tabela na Bélgica e em mais alguns países, nunca tendo atingido o êxito de “Daydream”. Separam-se em 1971 e tornaram a juntar-se em 2005, mas com nova formação.              
                  
Daydream” de 1969.              
                     
             
                       
Daydream,
I fell asleep amid the flowers
For a couple of hours
On a beautiful day
Daydream,
I dreamed of you amid the flowers
For a couple of hours,
Such a beautiful day!
I dreamed of the places i've been with you
How we sat with the stream flowing by
And then when i kissed you and held you so near
Tell me why, tell me why you're so shy
Daydream,
I fell asleep amid the flowers
For a couple of hours
On a beautiful day
Daydream,
Come share a dream amid the flowers
For a couple of hours
On a beautiful day
I dreamed of the places i've been with you
How we sat with the stream flowing by
And then when i kissed you and held you so near
Tell me why, tell me why you're so shy
Daydream,
I sing with you amid the flowers
For a couple of hours
Singing all of the day
Na na, na na na, na na na
Na na, na na na, na              
                     
Dear Beloved Secretary” de 1969. Aqui ao vivo, em 1969, num programa da televisão belga, em Mechelen/Malines.