Contigo nunca me perco, perdendo-me ! (Ricardo Santos)

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Desafio Musical (II)

O desafio/passatempo está agora publicado e termina, dia 1 de Dezembro, Segunda-Feira. Terça-Feira, dia 2, publico os que acertaram e reedito a publicação.

As perguntas são:

1ª. Quem canta/toca a canção ?
2ª. Como se chama a composição ?
3ª. Pertence a que álbum/trabalho ?
4ª. Em que ano foi publicada ?

Nos géneros Clássico e Jazz Instrumental, a primeira pergunta não é para quem canta/interpreta, visto que não há vozes, mas para quem a toca/executa.

Os comentários deste desafio não estão moderados. Comentem, sugiram, mas não dêem, caso as saibam, as soluções, por favor !

As vossas soluções parciais ou totais deverão ser enviados para o meu endereço de gmail, ricardosantos1953@gmail.com. Somente ao final do dia poderei fazer a gestão das respostas e dar-vos os resultados dos vossos palpites.

Nota: Existem neste lista de videos carregados, por mim, no Youtube, um aviso para três delas, de que poderão estar bloqueadas em alguns países. Se acontecer com algum dos participantes neste desafio, o bloqueamento de alguma música, agradeço somente que me digam qual ou quais, para ela/s ser/em anulada/s, somente para esse participante.

Ei-las, as músicas, pelos vários Temas:

Sugiro para estarem atentos aos últimos segundos de cada video !

Clássica


Fado


Intervenção


Jazz Instrumental


Jazz Vocal


Pop


Rock

domingo, 23 de novembro de 2014

Desafio Musical (I)

Já há algum tempo que andava tentado, também, em fazer um passatempo/desafio, diferente no tema, dos já feitos aqui na Blogosfera, por alguns Amigos e Bloguistas. 
Afinal o tema pelo que me foi dito não é/era diferente, já houve por aqui um cantinho que teve passatempos musicais.

Decidi lançar um pequeno desafio/passatempo. O tema é música, como não podia deixar de ser !

Ele é dedicado aos músicos e intérpretes portugueses que muito o merecem.

Comporta sete músicas e por esta ordem de género: Clássica; Fado; Intervenção; Jazz Instrumental; Jazz Vocal; Pop e Rock.

O que pretendo são respostas a quatro perguntas, por cada um dos géneros musicais apresentados e pela ordem abaixo:

1ª. Quem canta/toca a canção ?
2ª. Como se chama a composição ?
3ª. Pertence a que álbum/trabalho ?
4ª. Em que ano foi publicada ?

Nos géneros Clássico e Jazz Instrumental, a primeira pergunta não é para quem canta/interpreta, visto que não há vozes, mas para quem a toca/executa.

Os comentários deste desafio não estarão moderados. Comentem, dêem sugestões, mas não dêem as soluções, se as sabem, por favor !

Os vossos  palpites parciais ou totais deverão ser enviados para o meu endereço de gmail, ricardosantos1953@gmail.com.

O desafio/passatempo é publicado dia 25 de Novembro, próxima Terça-Feira. Termina, Domingo, dia 1 de Dezembro, Segunda-Feira.

Na Terça-Feira dia 2, publico os que acertaram e reedito a publicação.


sábado, 22 de novembro de 2014

Duas composições dos álbuns mais vendidos (XVII)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

EUA, Mariah Carey, “Dreamlover” e “Now That I know”, Music Box,  31/08/1993, Pop / R&B.

Editado 31-08-1993, um dos álbuns de maior sucesso de todos os tempos, e por indicação do “Guiness Book of World Records” com vendas de cerca de 32 milhões de unidades. Um excelente álbum, de uma cantora com um grande potencial de voz e que tem temas bastante agradáveis e dançáveis.

Dreamlover


Now That I Know

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Prémio Valmor, Ano de 1927, Avenida Liberdade 176-180

Em 1927 o Prémio Valmor foi atribuído à Pensão Tivoli situada na Avenida da Liberdade, Nºs 176-180, pertencente a José de Sousa Brás, devendo a sua arquitectura a Manuel Norte Júnior.
Este edifício é marcadamente urbano, tem a frente muito reduzida onde é ocupada toda a profundidade do terreno e completamente abolido qualquer espaço livre.
Esta obra foi alterada logo em 1930. Sendo ampliada a Pensão deu lugar ao Hotel Lis que foi demolido em 1980 à excepção da fachada. Esta esteve amparada por uma cintura de ferro e depois foi integrada no Tivoli Fórum.

Encontra-se do lado direito, de quem sobe a Avenida da Liberdade, no sentido, da Praça dos Restauradores para a Praça Marquês de Pombal.


Arquitecto Manuel Joaquim Norte Júnior (1878-1962):

“Natural de Lisboa, curso a Escola de Belas-Artes desta cidade, onde se formou com distinção. Seguiu depois para Paris, onde, como pensionista do Legado Valmor, frequentou o “atelier” Pascal (1) e satisfez provas que o habilitaram também com o diploma francês. Completou a sua formação com viagens de estudo através da própria França, Bélgica e Espanha, digressões demoradas e atentas, fixadas em muitos aspectos por magníficos desenhos que lhe forneceram elementos e sugestões para a temática decorativa e compositiva da sua obra.
Na década de trinta, desfrutando o apogeu da sua carreira, subscreveu os prédios construídos, na Avenida António Augusto de Aguiar, N.º 100; na Avenida da República, N.º 71; na Avenida Rodrigues Sampaio, N.º 158; na Avenida Ressano Garcia, N.º 24, e os dois prédios da Avenida de Berne, N.º 6 e 8.
Respeitante aos anos de 1905, 1912, 1914, 1915 e 1927, obteve o Prémio Valmor, respectivamente, com os edifícios da Avenida Cinco de Outubro, N.º 6-8, Alameda das Linhas de Torres, N.º 22 (semidemolido, hoje em ruínas, somente com as fachadas em pé!), Avenida Fontes Pereira, N.º 28, Avenida da Liberdade, N.º 206-218, e ainda com o da mesma artéria, N.º 176-180.
Nos anos de 1908 e 1912 foi distinguido com Menções Honrosas do mesmo Prémio, pelos prédios situados, respectivamente, na Avenida da República, N.º 45, tornejando para a Avenida Visconde Valmor (já demolido, em 1949/1950!), e na Praça Duque de Saldanha, N.º 12, tornejando para a Avenida Praia da Vitória, N.º 44, este existente e bem conservado (começa a apresentar sintomas de degradação!).”

In Bairrada, Eduardo Martins, “Prémios Valmor 1902-1952”, Edição 1988, CML. (sic)*

*http://www.priberam.pt/dlpo/sic
*sic |síque| (palavra latina) Advérbio: Sem alteração nenhuma; tal e qual. = ASSIM
(1) - Jean-Louis Pascal (04-06-1837 – 17-05-1920) foi um arquitecto francês.

Outros acontecimentos nesta década:

1920 – Início das obras no Bairro Social da Ajuda;
1924 – Teatro Tivoli, Raul Lino;
1925 – Primeiro Salão de Outono da Sociedade de Belas-Artes;
1926 – Bristol Club e Pavilhão de Rádio do Instituto de Oncologia, Carlos Ramos;
1926 - Cinema Capitólio, Cristino da Silva;
1927/35 – Instituto Superior Técnico, Pardal Monteiro;
1928 – Estação do Cais do Sodré, Pardal Monteiro;
1928 - Stand Rios de Oliveira, Cassiano Branco.

A seguir à imagem do Google MAP, e da segunda à sétima fotografia são referentes a 2008, daí em diante são de 2013.



Próxima publicação dia 10-12-2014 com o Prémio Valmor de 1929, na Avenida 5 Outubro 207-215, e arquitectada por Porfírio Pardal Monteiro. 

terça-feira, 18 de novembro de 2014

André Sarbib – Groups & Soloists of Jazz (XIX)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

André Sarbib (??-??-19??) – É um pianista de jazz português, autodidacta. É filho do conceituado pianista francês Roger Sarbib, que introduziu as "Big Bands" em Portugal nas décadas de 40 e 50 e que trabalhou com ícones da canção francesa, como Edith Piaf, Charles Trenet ou Maurice Chevalier, e irmão de Saheb Sarbib, nome artístico de seu irmão Jean Sarbib, contrabaixista de jazz e que é hoje, personagem importante da vanguarda nova-iorquina.
Fez parte de várias bandas portugueses, entre elas “Os Tártaros”, “Albatroz” e “Arte & Ofício”.
Como pianista, Sarbib é um autodidacta cujo mestria é no entanto confirmada pela sua já longa carreira e pelas inúmeras actuações nacionais e internacionais. No seu currículo, André Sarbib tem inúmeras colaborações com alguns dos nomes mais importantes do cena internacional, nomeadamente Joe Lovano (), Barry Altschul (), Ivan Lins (voz), Carlos Benavent (), Ruben d`Antas (), Alice Day (), Jorge Rossi (), Saheb Sarbib (contrabaixo), Carlos Carli (), Jorge Pardo (), Javier Colina (), Joachim Chacón (), Paulo de Carvalho (voz), Rão Kyao (saxofone e flauta), Antonio Serrano () e Leonardo Amuedo (), entre outros. A este currículo devem somar-se as suas contribuições em actuações e discos de uma infinidade de músicos e cantores da melhor música portuguesa.
Apesar de ser essencialmente um músico de palco, André Sarbib gravou, em 1990, o CD “Silêncio das Águas”, estreia a solo com um trabalho de originais e, em 1993, “Coisas da Noite”, onde deu continuidade a uma concepção musical que o coloca entre os melhores cultores da fusão em Portugal. Participou em inúmeros festivais de jazz, destacando-se o “1º. Funchal Jazz”, evento do qual é director artístico, e, em Maio de 2001, no “5º. Matosinhos em Jazz”, formando um quarteto com Joe Lovano, Barry Altschul e Saheb Sarbib. Actuou no último “Festival de Jazz de Madrid”, em Novembro passado, com Ivan Lins e Antonio Serrano. É conhecida a sua cumplicidade com o pianista Miguel Braga de que resultaram inúmeras participações em gravações de outros artistas, espectáculos de piano a quatro mãos como o recente "2 Amigos, 2 Pianos" na Casa da Música, no Porto, em Novembro de 2011, e a participações em álbuns daquele outro pianista, como no álbum "Secreta Passagem - Miguel Braga e Amigos".
No lançamento do seu álbum "This-is-it!", de 2008, Sarbib expressa a sua opinião: "Cada vez há mais músicos fantásticos em Portugal nas novas gerações, como aqui está demonstrado neste disco, é pena que cada vez seja mais difícil tocar, dado que as televisões deixaram de mostrar música não comercial e as rádios não passam jazz nacional", diz André Sarbib, que está pessimista quanto ao futuro dos músicos em Portugal. Para o músico, está-se ante "uma regressão monstruosa", face ao que acontecia nos anos 80 e 90, quando pelo menos a RTP ainda gravava música portuguesa não comercial. Este último álbum tem a particularidade de apresentar também Sarbib, como cantor, condição que já ocorrera ao vivo, mas que nunca tinha sido registada em disco.
Sarbib é presença habitual na cena jazzistica portuguesa, principalmente nas cidades do Porto e Lisboa, actuando em vários palcos, desde casinos e salas de espectáculo, a clubes de jazz, seja a solo ou em grupo, sendo a formação habitual do quarteto com que toca André Sarbib (piano), Bernardo Moreira (contrabaixo), João Cunha (bateria) e João Moreira (trompete e flugel horn), formação esta usada no disco "This is it!" e na apresentação do Seia Blues & Jazz, em 2011, por exemplo.

Blame It On My Youth, composição de Oscar Levante e Edward Heyman, para o álbum “This is it!”, com André Sarbib (piano e voz), Bernardo Moreira ( contrabaixo), João Moreira (trompete e flugelhorn) e João Cunha (bateria).


La Valse Des Lilás, do álbum “This is it!” !”, com André Sarbib (piano e voz), Bernardo Moreira ( contrabaixo), João Moreira (trompete e flugelhorn) e João Cunha (bateria).


Asas, do álbum “This is it!” !”, com André Sarbib (piano e voz), Bernardo Moreira ( contrabaixo), João Moreira (trompete e flugelhorn) e João Cunha (bateria).


Berimbau, Concerto com o “André Sarbib Quarteto”, na Serra do Luso, em 24 de Agosto 2013, com André Sarbib (piano), Cláudio César Ribeiro (guitarra), Zé Lima (baixo eléctrico) e Toni Maresca (bateria).

domingo, 16 de novembro de 2014

Discussão com a sogra - Interacção Humorística (CXXXI)

Em 14-08-2011. Obrigado.

Discussão com a sogra

Um homem vai a uma consulta de psiquiatria.

Psiquiatra: Qual é o seu problema?

Paciente: Bem... é que eu tive uma discussão com a minha sogra e ela disse-me que não falaria comigo durante um mês.

Psiquiatra: Para muitos, isso não é problema. Muito pelo contrário...

Paciente: Só que para mim é um grande problema!

Psiquiatra: Mas porquê?

Paciente: É que o prazo termina hoje!

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Jazz Standards (CXXVII)

(Dados Biográficos In Wikipédia e In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

(Sobre o tema em questão, algumas palavras retiradas de “in
http://www.jazzstandards.com/compositions/index.htm” - adaptação e tradução por Ricardo Santos)

Time After Time (#131) - Música de Jule Styne e Letra de Sammy Cahn
A  dupla de compositores, Sammy Cahn (letra) e Jule Styne (música) escreveu "Time After Time", durante o período em que trabalhavam, em estreita colaboração, com Frank Sinatra. Não é nenhuma surpresa, que a versão de "Ol’ Blue Eyes" tenha chegado às tabelas, em 1947, e subisse ao lugar Nº. 16.
Cahn e Styne conheceram Sinatra, durante a estadia deste, na orquestra de Tommy Dorsey. Quando Sinatra deixou a banda, o trombonista (Tim Dorsey) pediu à dupla de compositores para começar a escrever as composições por ele. Em 1946, eles deixaram New York no combóio com Sinatra e a família em direcção a Hollywood. Uma vez chegados lá, os compositores e Sinatra começaram a trabalhar e a exibir pequenas "produções teatrais" envolvendo os seus amigos. De acordo com a biografia de Theodore Taylor Jule, “The Story of composer Jule Styne”, esses espectáculos eram apresentações elaboradas,  com composições totalmente escritas e números cómicos ou não, complexos.

Frank Sinatra (Hoboken, EUA, 12-12-1915 — Los Angeles, EUA, 14-05-1998)


Margaret Whiting (Detroit, Michigan, EUA, 22-07-1924 - Englewood, New Jersey, EUA, 10-01-2011)


Ella Fitzgerald (Newport News, EUA, 25-04-1917 — Beverly Hills, EUA, 15-06-1996)


Chet Baker (Yale, Oklahoma, EUA, 23-12-1929 – Amsterdão, Holanda, 13-05-1988)


Letra

Time after time
I tell myself that I'm
So lucky to be loving you
So lucky to be the one
You run to see in the evening
When the day is through
I only know what I know
The passing years will show
You cab my love so young
So you
And time after time
You'll hear me say that I'm
So lucky to be loving you
I only know what I know
The passing years will show
You cab my love so young
So you
And time after time
You'll hear me say that I'm
So lucky to be loving you

Lamento, algumas eventuais falhas nas letras, encontradas na Internet, devido à própria improvisação dada pelos seus intérpretes, e muitas vezes de difícil entendimento. (Ricardo Santos)

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Os Festivais das Canções (1994)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

Vou andar por aqui a mostrar um pouco da música dos Festivais da Canção, o da RTP e o da Eurovisão. Ouvirão e verão, sempre que haja vídeo no Youtube , os três primeiros lugares de cada um deles.

Euro Festival 1994, em 30 de Abril, Dublin (Irlanda).

1º. Paul Harrington  (08-05-1960) and Charlie McGettigan (07-12-1950) - Rock 'n' Roll Kids


2º. Edyta Górniak (14-11-1972) - To nie ja!


3º. MeKaDo (19??) - Wir geben 'ne Party


Festival RTP da Canção de 1994, em 7 de Março, no Teatro São Luiz em Lisboa.

1º. Sara Tavares (01-02-1978) – Chamar a Música


2º. Pedro Miguéis (??-??-19??) - Todos Nós Alguma Vez


3º. Isabel Campelo (??-??-19??) - Malmequer do Campo

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Do barro aos mosaicos

O link do video foi-me enviado. Depreendo que seja em Marrocos. Música: "One Thousand And One Nights", pelo marroquino Karim Azedia.

sábado, 8 de novembro de 2014

Norah Jones – Jazz Singers (XXVII)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

Norah Jones (Brooklyn, EUA, 30-03-1979 - 20xx) – É uma pianista, cantora e compositora norte-americana. Nascida Geetali Norah Jones Shankar mudou, oficialmente, o seu nome aos dezesseis anos. Norah nasceu na cidade de New York, filha do músico e instrumentista de cítara, indiano, Ravi Shankar, tendo vivido a infância com a sua mãe, Sue Jones, que se mudou para Dallas (Texas), quando Norah tinha quatro anos. Jones estudou na “Booker T. Washington High School for the Performing and Visual Arts” e na “University of North Texas”, onde se formou em piano (jazz). Em 1999, após dois anos no programa, Norah mudou-se para New York, onde toca com sua banda, “Wax Poetic”.
Norah apresenta-se frequentemente com o guitarrista Charlie Hunter. Sua música é frequentemente comparada com a de Billie Holiday e Nina Simone. 5 Álbuns, 6 DVD’s e 11 Videoclips. Ganhou 12 Grammy e tendo outras 6 indicações.

Sunrise, ao vivo em Amesterdam e do álbum “Feels Like Home” de 2004.


Don't Know Why, ao vivo em Amesterdam e do álbum “Come Away with Me”, de 2002.


Happy Pills, video oficial e do álbum “Little Broken Hearts”, de 2012.


Turn Me On, do álbum “Come Away with Me”, de 2002.

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Vida dura de Treinador de Futebol

- Senhores ouvintes, junto a nós, o treinador da equipa de futebol profissional, do A.R.E.A.B., Associação Recreativa e Entretenimento de Alguidares de Baixo, Pancrácio Fagundes.
Conte-nos Mister Pancrácio o que aconteceu para que a sua demissão de treinador do futebol de Alguidares de Baixo se efectivasse esta manhã ?

- Bem, você sabe não é. Já viu algum jogador ser despedido ou pedir a demissão ?

- Pois isso é verdade, nunca foi visto.

- Sabe como é. A gente dá o litro e o meio-litro. Chegamos tarde a casa, com o perigo de levarmos nos “cornos” da patroa, para passarmos mais tempo com os “gajos”. Vamos para as “boites” com eles, por causa das aventuras com as “alternadeiras”. Preferimos ser nós os prejudicados. Eles não se podem desgastar fisicamente, connosco não faz diferença. Mandamos os tipos para a cama bem cedo, por volta das 3 da matina é o recolher obrigatório. Nós lá para as cinco chegamos a casa, muitas vezes cansados depois de levar as “piquenas” a casa.
Pé ante pé, vamos deitar para não a acordar. Você percebe ?

- Sim, mas afinal o que se passou desta vez ?

- Desta vez foi complicado. De há três meses para cá não fazia outra coisa senão ir à mesma “boite” com a equipa. Eles já queriam mudar faz muito tempo, mas andava lá uma miúda muita jeitosa, a fazer-me olhinhos. E eu, macho que sou, na semana passada deitei-lhe “os garfos”. Ela pelos vistos sabe comer com talher, gostou e pronto, a coisa deu-se.
           
- Mas foi isso que o fez apresentar a demissão ?

- Não nada disso ! Ontem ela ligou-me e disse-me que ia editar um livro, com as nossas histórias. Porra, disse eu ! Quais histórias ?
Estás a querer fazer concorrência a alguém ? Olha que eu não sou um qualquer treinador. Sou um tipo honesto, vivo muito com a família, nunca enganei a minha mulher, o que é que tu pretendes ?
Fui-me encontrar com ela, e dei-lhe um par de lambadas, em plena via pública...

- E depois ?

- Mal sabia eu que ela já tinha sido companheira do presidente da Associação, fez-lhe queixas minhas que eu lhe batia por “dá cá aquela palha”, e o Sr. Malacueco obrigou-me a apresentar a demissão. Uma chatice !
Agora estou desempregado e sem fundo de desemprego, ... mas vou fazer uma “manif” para a porta da Federação alegando assédio sexual da dita cuja.

- E é assim ouvintes da R.R.A.B. Rádio Regional de Alguidares de Baixo para a Rádio Nacional, em directo, e em colaboração com o “Subversivo da Treta”, despede-se Abelino Eucarário e o sonoplasta Albuquerque Caramelo, uma boa tarde para todos.

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Jazz Standards (CXXVI)

(Dados Biográficos In Wikipédia e In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

(Sobre o tema em questão, algumas palavras retiradas de “in
http://www.jazzstandards.com/compositions/index.htm” - adaptação e tradução por Ricardo Santos)

April in Paris (#130) - Música de Vernon Duke e Letra de Yip Harburg
A revista da Broadway, de 1932, “Walk a Little Faster”, deu a conhecer "April in Paris", composição escrita por Vernon Duke e Ey "Yip" Harburg. A produção contou com as actuações dos comediantes Bobby Clark e Paul McCullough e a actriz e cantora, Beatrice Lillie. Esta foi a primeira vez que Vernon Duke, escreveu a partitura completa de um espectáculo musical, e a composição "April in Paris" não fazia, originalmente, parte dessa partitura. O cenógrafo, Boris Aronson, criara um cenário na “margem esquerda” para esse mesmo  número vocal, e os produtores queriam uma canção romântica. Duke, alguns amigos e colaboradores discutiam sobre a pretensa canção, quando alguém (supostamente Dorothy Parker) expressou um desejo de estar em Paris, durante o mês de Abril.
Duke apurou os ouvidos, procurou um piano e trabalhou a música para que Harburg fornecesse, rapidamente, a letra. A canção foi inserida na revista em Boston, e por eliminatórias, tendo sido cantada por Evelyn Hoey. Críticos de Boston teceram um grande elogio à música, mas em New York, a canção foi um fiasco e foi rejeitada pela crítica. Uma das razões dadas para o seu fracasso, foi a laringite que afectara a cantora Evelyn Hoey, que desfigurara a sua actuação na noite de abertura.
No entanto, a canção recebeu muita atenção depois do espectáculo acabado, e após 119 récitas. O cantor de “blues” Marian Chase contou com a composição para as suas actuações, nos clubes nocturnos e influenciou outros músicos, como os chefes de banda, Eddie Duchin e Paul Weston, a vocalista Hildegarde, e ainda, os cantores de ópera, Lilly Pons e Dorothy Kirsten, para a sua divulgação.
Duas gravações de "April in Paris" foram topo de vendas em 1933/1934. A primeira, pelo saxofonista tenor, Freddy Martin, apelidado de "Mr. Silvertone", chefe de uma das mais populares bandas, dos anos 30. Ele fez o topo de vendas em Dezembro de 1933, e ficou nas tabelas, por sete semanas. Uma semana depois, em 30 de Dezembro, Henry King, pianista e chefe de uma banda de hotel, gravou a canção, a qual ficou nas tabelas, durante duas semanas:

Freddy Martin e a sua orquestra (1933/1934, Elmer Feldkamp, vocalista, Nº. 5)
Henry King e a sua orquestra (1933/1934, Joe Sudy, vocalista, Nº. 14)
Count Basie e a sua orquestra (1956, Nº. 28)

Doris Day (Cincinnati, Ohio, USA, 03-04-1924 - 20xx) – Gravado em 5 de Junho de 1952


Manhattan Jazz Orchestra (1983-2008) – “David Matthews & Amigos”, um grupo de músicos juntaram-se para tocar a orquestração de David Matthews desta composição. Jim Pugh (trombone), Jon Werking (teclas), Chip Jackson (contrabaixo) e Terry Silverlight (bateria).


Billie Holiday (Filadélfia, EUA, 07-04-1915 — New York, EUA, 17-07-1959) – para a Verve Records em 1956.


Thelonious Monk (Rocky Mount, EUA, 10-10-1917 — Weehawken, New Jersey, EUA, 17-02-1982) – do álbum “Thelonious Himself” gravado nos “Reeves Sound Studios” em New York a 12 de Abril 1957, para a Riverside.


Letra

April in Paris, chestnuts in blossom
Holiday tables under the trees
April in Paris, this is a feeling
No one can ever reprise
I never knew the charm of Spring
Never met it face to face
I never new my heart could sing
Never missed a warm embrace
Till April in Paris
Whom can I run to
What have you done to my heart?
I never knew the charm of spring
Never met it face to face
I never new my heart could sing
Never missed a warm embrace
Till April in Paris
Whom can I run to, what did you mean to
What have you done to my heart?

Lamento, algumas eventuais falhas nas letras, encontradas na Internet, devido à própria improvisação dada pelos seus intérpretes, e muitas vezes de difícil entendimento. (Ricardo Santos)

domingo, 2 de novembro de 2014

Sesimbra (II) – 30-01-2010

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

Todos nós temos um local nas nossas vidas que nós muitas vezes consideramos de nossa segunda casa. Lá de certeza vivemos parte da nossa vida e por isso, esse lugar representa um conjunto grande de recordações boas e más, muito da nossa vida de infância, juventude e adulta. A minha segunda casa é Sesimbra.
Tenho vindo a assistir à sua modificação através dos tempos. Coisas boas e coisas más, infelizmente. No entanto, permanece sendo uma vila piscatória, embora os pescadores não se vejam tanto hoje, como se viam aqui há uns anos, remendando as suas redes na praia. A lota que durante tantos anos funcionou de um dos lados da fortaleza, onde centenas de peixes eram cuidadosamente, dispostos na areia, em celhas e em caixas de madeira para venda, passou para um pavilhão próprio no porto de abrigo.
Muitos tradições, como as anteriormente descritas, foram sendo abolidas ou alteradas, mas a sua beleza mantém-se, e tudo na vila gira à volta de uma fortaleza antiga que dá um cunho de conquistas e de descobrimentos a Sesimbra.
Aqui ficam as fotos que tirei no final de Janeiro de 2010 e que talvez por terem sido “batidas” com muito amor e carinho, saíram tão bem.

Para acompanhar musicalmente este “videoclip”, nada melhor que a música dos “Fotheringay” e a voz de uma mulher, das que mais gosto de ouvir cantar, e infelizmente, já falecida, refiro-me a Sandy Denny. Ouviremos a faixa 2, com a canção composta pela própria Sandy Denny, intitulada “The Sea”.


The Sea (Sandy Denny)

Do I ever wonder? You don't know.
You'll never follow, and I'll never show.
D'you see the water and watch it flow
And float an empty shell,
And you think that I'm hiding from the island.
You've a fault in your senses. Can you feel it now?

Time? What is that? I've no time to care.
I've lived for a long while nearly everywhere.
You will be taken, everyone, you ladies and you gentlemen.
Fall and listen with your ears upon the paving stone.
Is that what you hear? The coming of the sea?

Sea flows under your doors in London town.
And all your defenses are all broken down.
You laugh at me on sunny days, but mine's the slight of hand.
Don't you know I am a joker, a deceiver?
And I'm waiting for the land.