Contigo nunca me perco, perdendo-me ! (Ricardo Santos)

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

O meu presente de quase Fim de Ano

Que o Novo Ano nos traga uma nova maneira de encarar os graves problemas da sociedade mundial que até agora não temos querido enfrentar. Temos todos de procurar ajudar quem necessita e lembrarmo-nos que amanhã poderemos ser nós os necessitados. Amor é algo que se precisa urgentemente, neste Mundo de convencidos que pensam que a tecnologia vai resolver tudo !!!

Para quem me visita e ouve, aqui no “Pacto”, aqui fica o meu presente de Novo Ano. Quatro composições que falam de Amor e quatro intérpretes. Desta vez, quase tudo em português.




terça-feira, 22 de dezembro de 2015

O meu presente de Natal

Que o Natal vos traga, aquilo que eu desejo para mim e para os meus, e também, para todos os seres humanos: Amizade, Amor, Paz e Saúde.

Para quem me visita e ouve, aqui no “Pacto”, aqui fica o meu presente de Boas Festas. Quatro dos meus intérpretes e músicos preferidos, cantando e tocando quatro célebres composições de Natal.




domingo, 20 de dezembro de 2015

Estou ?! Posso pedir um disco ? (XI)

O pedido de hoje é da bloguer Isabel Pires, do Blogue “Nascer na Praia”. Um Blogue onde exprime as suas ideias, os seus sentimentos e as suas emoções. A poesia, as imagens e alguma música, também muitas vezes ilustram os seus textos.
Deixou uma mensagem do que o levou a escolher esta música:

- Boa tarde, é de "Quando o telefone toca"?
- É sim. Pode pedir o disco.
- Então, pretendo ouvir a primeira senha musical do 25 de Abril, transmitida às 22h55 da véspera, pelos Emissores Associados de Lisboa. Se não me falha a memória - isto já são muitos anos! - a letra é de José Niza e a música de José Calvário. Sabe qual é, não sabe?
- Sim, sim. Vai já rodar. Obrigada pela sua participação !

Paulo de Carvalho (15-05-1947)



Alguma história sobre os discos, antigo suporte magnético que, actualmente, continua a ter imensos adeptos, dado que está cientificamente provado que a qualidade sonora do vinil é superior à do CD, dizem !

Os 78 rpm (rotações por minuto) eram os antigos discos, de goma-laca, que tocaram durante alguns anos nos gramofones dos nossos avós.

Os 33 rpm (rotações por minuto) eram os antigos “LP” (Long Play) de vinil que tocavam nos nossos antigos gira-discos.
Os 45 rpm (rotações por minuto) era os “singles” ou “EP” (Extended Play), também em vinil. Ambos fizeram a delícia das gerações de 60 e 70.

Esta nova publicação viverá, exclusivamente, dos vossos pedidos por “mail” para o meu “email” ricardosantos1953@gmail.com, da música que pretendem ouvir e umas breves palavras sobre o porquê que ela vos foi/é querida.

Peçam uma de cada vez e de vez em quando. Podem começar a enviá-los já hoje. Os pedidos serão atendidos por ordem de chegada dos “mails”.


Serão apresentados dois vídeos, do Youtube. Um será com a escolha de quem me enviou o “mail” e o outro uma escolha minha. Também darei algumas indicações adicionais sobre a composição, compositor e intérprete. Isto caso a música exista e haja informação adicional sobre ela.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Estou ?! Posso pedir um disco ? (X)

O pedido de hoje é da bloguer Graça Sampaio, do Blogue “Picos de Roseira Brava”. Um Blogue que nos fala desta época e de outras também, com alguns apontamentos de cariz político, histórias de muitas viagens e, também dessa maravilhosa terra que é Leiria.
A Graça deixou uma mensagem do que a levou a escolher esta música:

Então aí vai o meu Disco Pedido: é a canção Hi Lili, Hi Lili, Hi Lo!  dos meus tempos de adolescência, quando eu tinha a mania do ballet e até tinha aulas de bailado... Traz-me muito boas recordações. Além de que foi também uma canção tocada e cantada pelos «meus» Diamantes Negros, o conjunto dos meus colegas de escola em Sintra nos idos de 1964...

Leslie Caron (01-07-1931)


Nat Nathaniel "King" Adams Cole (17-03-1919 — 15-02-1965)


Alguma história sobre os discos, antigo suporte magnético que, actualmente, continua a ter imensos adeptos, dado que está cientificamente provado que a qualidade sonora do vinil é superior à do CD, dizem !

Os 78 rpm (rotações por minuto) eram os antigos discos, de goma-laca, que tocaram durante alguns anos nos gramofones dos nossos avós.

Os 33 rpm (rotações por minuto) eram os antigos “LP” (Long Play) de vinil que tocavam nos nossos antigos gira-discos.
Os 45 rpm (rotações por minuto) era os “singles” ou “EP” (Extended Play), também em vinil. Ambos fizeram a delícia das gerações de 60 e 70

Esta nova publicação viverá, exclusivamente, dos vossos pedidos por “mail” para o meu “email” ricardosantos1953@gmail.com, da música que pretendem ouvir e umas breves palavras sobre o porquê que ela vos foi/é querida.

Peçam uma de cada vez e de vez em quando. Podem começar a enviá-los já hoje. Os pedidos serão atendidos por ordem de chegada dos “mails”.

Serão apresentados dois vídeos, do Youtube. Um será com a escolha de quem me enviou o “mail” e o outro uma escolha minha. Também darei algumas indicações adicionais sobre a composição, compositor e intérprete. Isto caso a música exista e haja informação adicional sobre ela.

sábado, 12 de dezembro de 2015

Jazz Standards (CXLVII)

(Dados Biográficos In Wikipédia e In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

(Sobre o tema em questão, algumas palavras retiradas de “in
http://www.jazzstandards.com/compositions/index.htm” - adaptação e tradução por Ricardo Santos)

Come Sunday (#151) - Música de Duke Ellington
"Come Sunday" foi tocado e apresentado pela primeira vez, por Duke Ellington e a sua orquestra no “Carnegie Hall”, tendo o primeiro espectáculo acontecido, em 23 de Janeiro de 1943. Ellington gravou a obra para a RCA Victor, no ano seguinte.
Em 1942, Ellington e a sua orquestra foram contratados para um espectáculo especial no “Carnegie Hall”, e para o evento Ellington compôs uma peça extensa intitulada "Black, Brown and Beige", onde cada cor queria mostrar uma secção da peça correspondente a um período de tempo na história dos afro-americanos nos Estados Unidos. Ellington descreveu-o como "a tone parallel (um tom paralelo)". "Come Sunday" é o que é hoje conhecido como o 32-bar AABA – estrutura de canção (que Ellington escreveu para o saxofonista alto Johnny Hodges), mas originalmente era parte de uma parcela de 12 minutos da primeira secção, "Black".

Abbey Lincoln (Chicago, Illinois, EUA, 06-08-1930 - New York, New York, EUA, 14-08-2010)


Yusef Lateef (Chattanooga, Tennessee, EUA, 09-10-1920 - Shutesbury, Massachusetts, EUA, 23-12-2013)


Johnny Hodges (Cambridge, Massachusetts, EUA, 25-07-1906 - Cambridge, Massachusetts, EUA, 11-05-1970)


Mahalia Jackson (New Orleans, Louisiana, EUA, 26-11-1911 - Evergreen Park, Illinois, EUA, 27-01-1972) e Duke Ellington (Washington, EUA, 29-04-1899 — New York, EUA, 24-05-1974)


Letra

Oh dear Lord I´ve loved
God almighty, God up above
Please, look down and see my people through
I believe the sun and moon
Will shine up in the sky
When the day is grey
It´s just clouds passing by
He´ll give peace and comfort
To every troubled mind
Come sunday, oh come sunday
That´s the day
Often we feel weary
But he knows our every care
Go to him in secret
He will hear every prayer
Lillies on the valley
They neither toll nor spin
And flowers bloom in spring
And birds sing
Up from dawn till sunset
Man work hard all the day
Come sunday, oh come sunday
That´s the day

Lamento, algumas eventuais falhas nas letras, encontradas na Internet, devido à própria improvisação dada pelos seus intérpretes, e muitas vezes de difícil entendimento. (Ricardo Santos).

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Estou ?! Posso pedir um disco ? (IX)

O pedido de hoje é da bloguer Fernanda, do Blogue “O Blogue da Fê Blue Bird”. O Blogue da Fê, como é conhecida, é um Blogue bonito, com muita poesia e temas interessantes.
A Fê deixou uma mensagem do que a levou a escolher esta música:

A música que escolhi tem a ver com uma fase complicada da minha vida a nível de saúde.
Uma grande amiga, que conheci através de um fórum de auto-ajuda na internet, dedicou-me o vídeo, cuja letra da música me emocionou na altura e que me emociona ainda hoje.

Almir Sater (14-11-1956)


Maria Bethânia (18-06-1946)


Alguma história sobre os discos, antigo suporte magnético que, actualmente, continua a ter imensos adeptos, dado que está cientificamente provado que a qualidade sonora do vinil é superior à do CD, dizem !

Os 78 rpm (rotações por minuto) eram os antigos discos, de goma-laca, que tocaram durante alguns anos nos gramofones dos nossos avós.

Os 33 rpm (rotações por minuto) eram os antigos “LP” (Long Play) de vinil que tocavam nos nossos antigos gira-discos.
Os 45 rpm (rotações por minuto) era os “singles” ou “EP” (Extended Play), também em vinil. Ambos fizeram a delícia das gerações de 60 e 70.

Esta nova publicação viverá, exclusivamente, dos vossos pedidos por “mail” para o meu “email” ricardosantos1953@gmail.com, da música que pretendem ouvir e umas breves palavras sobre o porquê que ela vos foi/é querida.

Peçam uma de cada vez e de vez em quando. Podem começar a enviá-los já hoje. Os pedidos serão atendidos por ordem de chegada dos “mails”.

Serão apresentados dois vídeos, do Youtube. Um será com a escolha de quem me enviou o “mail” e o outro uma escolha minha. Também darei algumas indicações adicionais sobre a composição, compositor e intérprete. Isto caso a música exista e haja informação adicional sobre ela.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

SIC Abandonados – Fábrica da Famel

Os Abandonados foram conhecer a história da motorizada portuguesa Famel e da sua fábrica.

sábado, 5 de dezembro de 2015

Estou ?! Posso pedir um disco ? (VIII)

O pedido de hoje é da bloguer Catarina Almeida, do Blogue “Contempladora Ocidental”. Um Blogue que nos fala de um País onde de certeza muitos de nós gostaríamos de viver, e onde o único senão é o frio. Fala-nos do Canadá. Temas escolhidos por ela que deambula pela cidade onde habita e pelas cidades por perto da sua. Delas traz-nos a beleza com as suas fotose as suas histórias, e ainda…muito importante !!!... as suas aventuras gastronómicas.
Deixou uma mensagem do que a levou a escolher esta música:

Uma canção muito romântica de um cantor com uma voz muito bonita!!

Vitor Espadinha (10-07-1939)


Alguma história sobre os discos, antigo suporte magnético que, actualmente, continua a ter imensos adeptos, dado que está cientificamente provado que a qualidade sonora do vinil é superior à do CD, dizem !

Os 78 rpm (rotações por minuto) eram os antigos discos, de goma-laca, que tocaram durante alguns anos nos gramofones dos nossos avós.

Os 33 rpm (rotações por minuto) eram os antigos “LP” (Long Play) de vinil que tocavam nos nossos antigos gira-discos.
Os 45 rpm (rotações por minuto) era os “singles” ou “EP” (Extended Play), também em vinil. Ambos fizeram a delícia das gerações de 60 e 70.

Esta nova publicação viverá, exclusivamente, dos vossos pedidos por “mail” para o meu “email” ricardosantos1953@gmail.com, da música que pretendem ouvir e umas breves palavras sobre o porquê que ela vos foi/é querida.

Peçam uma de cada vez e de vez em quando. Podem começar a enviá-los já hoje. Os pedidos serão atendidos por ordem de chegada dos “mails”.

Serão apresentados dois vídeos, do Youtube. Um será com a escolha de quem me enviou o “mail” e o outro uma escolha minha. Também darei algumas indicações adicionais sobre a composição, compositor e intérprete. Isto caso a música exista e haja informação adicional sobre ela.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Voluntariado é algo muito importante para todos nós !

Nos dois últimos anos, o primeiro de espera, após a inscrição e o segundo no começo do meu voluntariado, a minha vida completou-se com mais esta tarefa gratificante de ajudar quem precisa e de ter uma palavra para acarinhar seres humanos que um dia tiveram o azar de ter a doença que mais atormenta a Humanidade de há muitos anos a esta parte, o cancro.
Tem sido, e vai continuar a ser uma experiência maravilhosa ajudar a Liga Portuguesa Contra o Cancro !

Petição Cancro da Mama (Liga Portuguesa Contra o Cancro)


Liga Portuguesa Contra o Cancro | 70 anos de solidariedade e de humanização


terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Estou ?! Posso pedir um disco ? (VII)

O pedido de hoje é da bloguer Maria Araújo, do Blogue da Sapo “Cantinho da Casa”. Um Blogue onde a autora publica aquilo que gosta ou que a preocupa. É um Blogue onde há espaço para tudo, desde a Moda a assuntos Interessantes e às vezes polémicos.
Deixou um texto que gostei imenso e que mostra o lado criativo da Maria. Obrigado.

Trimmmmm! Trimmmmm! ~
- Está?
- Posso pedir um disco?
- Sim. Qual o disco que quer ouvir?
- Senhor locutor Ricardo, quero ouvir o disco "toca o telefone a toda a hora" da Maria José Valério, porque esta canção faz-me lembrar a minha mãe que a cantava a toda a hora, como outras, e que hei de pedir.
- Está bem. Como se chama a senhora e de onde fala?
- Chamo-me Maria e falo de Braaga!
- Obrigado, senhora Maria. Então vamos à música.

Maria José Valério (06-05-1933)


Rita Filipe - Uma Canção Para Ti - 2ª Edição - Menina dos Telefones - 3ª Gala (12/04/2009 - Semifinal).


Alguma história sobre os discos, antigo suporte magnético que, actualmente, continua a ter imensos adeptos, dado que está cientificamente provado que a qualidade sonora do vinil é superior à do CD, dizem !

Os 78 rpm (rotações por minuto) eram os antigos discos, de goma-laca, que tocaram durante alguns anos nos gramofones dos nossos avós.
Os 33 rpm (rotações por minuto) eram os antigos “LP” (Long Play) de vinil que tocavam nos nossos antigos gira-discos.
Os 45 rpm (rotações por minuto) era os “singles” ou “EP” (Extended Play), também em vinil. Ambos fizeram a delícia das gerações de 60 e 70.

Esta nova publicação viverá, exclusivamente, dos vossos pedidos por “mail” para o meu “email” ricardosantos1953@gmail.com, da música que pretendem ouvir e umas breves palavras sobre o porquê que ela vos foi/é querida.

Peçam uma de cada vez e de vez em quando. Podem começar a enviá-los já hoje. Os pedidos serão atendidos por ordem de chegada dos “mails”.

Serão apresentados dois vídeos, do Youtube. Um será com a escolha de quem me enviou o “mail” e o outro uma escolha minha. Também darei algumas indicações adicionais sobre a composição, compositor e intérprete. Isto caso a música exista e haja informação adicional sobre ela.

sábado, 28 de novembro de 2015

Susie Arioli – Jazz Singers (XXXVII)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

Susie Arioli (19?? – 20xx) – É uma cantora de Jazz canadiana, nascida em Montreal.
Arioli cantava em clubes de Jazz, de Montreal, quando conheceu o guitarrista Jordan Officer numa “Jam Session” liderada por Stephen Barry. Juntos, eles formaram a “Susie Arioli Band”. A sua primeira grande oportunidade veio em 1998, após um espectáculo ao vivo. O concerto foi grande êxito e eles foram convidados pelo “Montreal International Jazz Festival” para fazer a primeira parte de Ray Charles. A sua abertura chamou a atenção dos críticos de Montreal e logo após, eles gravaram e lançaram seu primeiro CD “It’s Wonderful”.
Arioli agora tem quatro álbuns, três dos quais foram nomeados para o “Juno Award”, e todos foram melhores títulos de venda de Jazz no Canadá. O segundo álbum, “Pennies From Heaven”, é a última gravação de Jazz do pianista Ralph Sutton que é destaque em duas das faixas. O seu terceiro álbum, “That's For Me”, foi produzido pelo produtor de Jazz, John Snyder. O seu quarto álbum, “Learn To Smile Again”, é uma saída do género, e apresenta seis canções “country”, do compositor Roger Miller. No quinto álbum, Susie Arioli está de volta às suas raízes jazzísticas, com “Night Lights”, uma colecção de “standards”. Todos os álbuns contam com a presença do guitarrista, executante e orquestrador Jorden Officer.
Num artigo, da revista “Atlantic Monthly”, Arioli foi reconhecida pelo escritor musical Francis Davis, como um talento emergente jazz.

Honeysuckle Rose, ao vivo no “Montreal International Jazz Festival”, em 30 de Junho de 2006, com Michael Jerome Browne (guitarra) e Shane MacKenzie (contrabaixo).        


He's Funny That Way, ao vivo no “Montreal International Jazz Festival”, em 30 de Junho de 2006, com Jordan Officer (guitarra), Michael Jerome Browne (guitarra) e Shane MacKenzie (contrabaixo).


By The Time I Get To Phoenix


Husbands and Wives, ao vivo no “Montreal International Jazz Festival”, em 30 de Junho de 2006, com Jordan Officer (guitarra), Michael Jerome Browne (guitarra), Shane MacKenzie (contrabaixo), Rémi Leclerc (bateria), Francis Mondoux e Martin Lacasse (vocais).

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Estou ?! Posso pedir um disco ? (VI)

O pedido de hoje é do bloguer Pedro Coimbra, do Blogue “Devaneios a Oriente”. Neste Blogue ficamos a conhecer um pouco do outro lado do Mundo, com publicações sobre a antiga colónia portuguesa de Macau, através das palavras de uma pessoa ligada às leis. À Sexta-Feira, o Pedro costuma dar-nos a conhecer o seu lado humorista e brinda-nos com anedotas de qualidade.
Fica aqui a mensagem do que o levou a escolher esta música:

Marcou o início dos U2 e foi das músicas menos conhecidas da banda.

U2 (1976)



Alguma história sobre os discos, antigo suporte magnético que, actualmente, continua a ter imensos adeptos, dado que está cientificamente provado que a qualidade sonora do vinil é superior à do CD, dizem !

Os 78 rpm (rotações por minuto) eram os antigos discos, de goma-laca, que tocaram durante alguns anos nos gramofones dos nossos avós.

Os 33 rpm (rotações por minuto) eram os antigos “LP” (Long Play) de vinil que tocavam nos nossos antigos gira-discos.
Os 45 rpm (rotações por minuto) era os “singles” ou “EP” (Extended Play), também em vinil. Ambos fizeram a delícia das gerações de 60 e 70.

Esta nova publicação viverá, exclusivamente, dos vossos pedidos por “mail” para o meu “email” ricardosantos1953@gmail.com, da música que pretendem ouvir e umas breves palavras sobre o porquê que ela vos foi/é querida.

Peçam uma de cada vez e de vez em quando. Podem começar a enviá-los já hoje. Os pedidos serão atendidos por ordem de chegada dos “mails”.

Serão apresentados dois vídeos, do Youtube. Um será com a escolha de quem me enviou o “mail” e o outro uma escolha minha. Também darei algumas indicações adicionais sobre a composição, compositor e intérprete. Isto caso a música exista e haja informação adicional sobre ela.


segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Debaixo do Jardim de Arca d’Água

No subsolo do jardim de Arca D'água mora o manancial de Paranhos. Durante séculos, as fontes públicas da cidade eram alimentadas pela água que aqui corria.

Faz falta aqui uma explicação de alguém que saiba o que consta destas cavernas no subsolo de Paranhos, Porto. 

Obrigado Janita !




sábado, 21 de novembro de 2015

Estou ?! Posso pedir um disco ? (V)

O pedido de hoje é da bloguer Janita, do Blogue “O Cantinho da Janita”. Um Blogue que nos traz poesia, histórias e alguma música, de uma pessoa sensível, mas sem “papas na língua”. Deixou uma mensagem do que o levou a escolher esta música:

Bom, se não te der muito trabalho a canção que eu gostaria de ouvir é  "Cartas de Amor". Se bem me lembro é este o título.

De preferência pelo cantor - que já partiu há muito - Francisco José.

Este artista não é bem do 'meu tempo' pois eu era muito miúda quando ele apareceu no mercado da música com esta canção, mas o tema ficou para a posteridade.

A razão do meu pedido é porque anos mais tarde, teria eu quinze anos,  recebi um pedido de namoro por carta. Uma verdadeira e linda carta de amor. Com a particularidade de me ter sido entregue em mão...pelo próprio pretendente!!

Francisco José (16-08-1924 – 31-07-1988)


Tony de Matos (28-09-1924 – 08-06-1989)


Alguma história sobre os discos, antigo suporte magnético que, actualmente, continua a ter imensos adeptos, dado que está cientificamente provado que a qualidade sonora do vinil é superior à do CD, dizem !

Os 78 rpm (rotações por minuto) eram os antigos discos, de goma-laca, que tocaram durante alguns anos nos gramofones dos nossos avós.

Os 33 rpm (rotações por minuto) eram os antigos “LP” (Long Play) de vinil que tocavam nos nossos antigos gira-discos.
Os 45 rpm (rotações por minuto) era os “singles” ou “EP” (Extended Play), também em vinil. Ambos fizeram a delícia das gerações de 60 e 70.

Esta nova publicação viverá, exclusivamente, dos vossos pedidos por “mail” para o meu “email” ricardosantos1953@gmail.com, da música que pretendem ouvir e umas breves palavras sobre o porquê que ela vos foi/é querida.

Peçam uma de cada vez e de vez em quando. Podem começar a enviá-los já hoje. Os pedidos serão atendidos por ordem de chegada dos “mails”.

Serão apresentados dois vídeos, do Youtube. Um será com a escolha de quem me enviou o “mail” e o outro uma escolha minha. Também darei algumas indicações adicionais sobre a composição, compositor e intérprete. Isto caso a música exista e haja informação adicional sobre ela.

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Inesquecíveis (VI)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos) e (http://memoriaglobo.globo.com/ da TV Globo)

Novela:          Roque Santeiro                             
Ano:               1985  
Tema:             A Outra         
Intérprete/s:   Simone Bittencourt de Oliveira (25-12-1949)                          
Autor/es:        Ivan Lins e Vitor Martins


Novela:          Tieta do Agreste
Ano:               1989  
Tema:             No Rancho Fundo 
Intérprete/s:   Chitãozinho & Xororó (1970)                              
Autor/es:        Ary Barroso/ Lamartine Babo


segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Estou ?! Posso pedir um disco ? (IV)

O pedido de hoje é da bloguer Afrodite, do Blogue “Jardins de Afrodite”. Um Blogue interessante que vagueia pelo amor, pela sensualidade e muitas vezes à volta de questões polémicas, mas sem nunca perder a seriedade e o bom gosto.
A Afrodite deixou uma mensagem do que o levou a escolher esta música:

Esta música e este Festival de 1976 são um marco para a minha consciência de fã de Festivais e Eurofestivais.
Eu era bem novita... mas a força desta canção de Fernando Tordo com poema de Ary dos Santos, marcou-me e acompanha-me até hoje.

Carlos do Carmo (21-12-1939)


António Zambujo (19-09-1975) e Yamandu Costa (24-01-1980)


Alguma história sobre os discos, antigo suporte magnético que, actualmente, continua a ter imensos adeptos, dado que está cientificamente provado que a qualidade sonora do vinil é superior à do CD, dizem !

Os 78 rpm (rotações por minuto) eram os antigos discos, de goma-laca, que tocaram durante alguns anos nos gramofones dos nossos avós.

Os 33 rpm (rotações por minuto) eram os antigos “LP” (Long Play) de vinil que tocavam nos nossos antigos gira-discos.
Os 45 rpm (rotações por minuto) era os “singles” ou “EP” (Extended Play), também em vinil. Ambos fizeram a delícia das gerações de 60 e 70.

Esta nova publicação viverá, exclusivamente, dos vossos pedidos por “mail” para o meu “email” ricardosantos1953@gmail.com, da música que pretendem ouvir e umas breves palavras sobre o porquê que ela vos foi/é querida.

Peçam uma de cada vez e de vez em quando. Podem começar a enviá-los já hoje. Os pedidos serão atendidos por ordem de chegada dos “mails”.

Serão apresentados dois vídeos, do Youtube. Um será com a escolha de quem me enviou o “mail” e o outro uma escolha minha. Também darei algumas indicações adicionais sobre a composição, compositor e intérprete. Isto caso a música exista e haja informação adicional sobre ela.

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

SIC Abandonados - Foguete / Sotavento

“Os Abandonados foram conhecer a história”. O comboio Foguete que ligava Lisboa ao Porto nos anos cinquenta…

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Estou ?! Posso pedir um disco ? (III)

O pedido de hoje é da bloguer Maria Eu, do Blogue “A Vez da Maria”. Um Blogue que é tratado com o prazer de quem o faz. Com conjuntos de imagem, palavras e música, escolhidos, tenho a certeza com todo o amor.
As palavras que nos deixou sobre a música que escolheu são estas:

Uma música belíssima para um poema marcante do Ary dos Santos.

Fernando Tordo (29-03-1948)


Mafalda Veiga (24-12-1965)


Alguma história sobre os discos, antigo suporte magnético que, actualmente, continua a ter imensos adeptos, dado que está cientificamente provado que a qualidade sonora do vinil é superior à do CD, dizem !

Os 78 rpm (rotações por minuto) eram os antigos discos, de goma-laca, que tocaram durante alguns anos nos gramofones dos nossos avós.

Os 33 rpm (rotações por minuto) eram os antigos “LP” (Long Play) de vinil que tocavam nos nossos antigos gira-discos.
Os 45 rpm (rotações por minuto) era os “singles” ou “EP” (Extended Play), também em vinil. Ambos fizeram a delícia das gerações de 60 e 70.

Esta nova publicação viverá, exclusivamente, dos vossos pedidos por “mail” para o meu “email” ricardosantos1953@gmail.com, da música que pretendem ouvir e umas breves palavras sobre o porquê que ela vos foi/é querida.

Peçam uma de cada vez e de vez em quando. Podem começar a enviá-los já hoje. Os pedidos serão atendidos por ordem de chegada dos “mails”.

Serão apresentados dois vídeos, do Youtube. Um será com a escolha de quem me enviou o “mail” e o outro uma escolha minha. Também darei algumas indicações adicionais sobre a composição, compositor e intérprete. Isto caso a música exista e haja informação adicional sobre ela.

domingo, 8 de novembro de 2015

Jazz Standards (CXLVI)

(Dados Biográficos In Wikipédia e In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

(Sobre o tema em questão, algumas palavras retiradas de “in
http://www.jazzstandards.com/compositions/index.htm” - adaptação e tradução por Ricardo Santos)

Gee Baby Ain't I Good to You (#150) - Música de Don Redman e Letra de Andy Razaf
O talentoso saxofonista, orquestrador, chefe de orquestra e vocalista Don Redman apresenta a composição em 1929 numa gravação para a Victor Records com os “McKinney’s Cotton Pickers”. Quatorze anos depois, com uma ligeira reescrita da letra, por Andy Razaf, Nat "King" Cole trouxe a música de volta para a ribalta. A versão de Cole foi a sua quarta gravação que chegou às tabelas de venda:

Nat "King" Cole Trio (1944, vocal, Nº. 15)

Redman foi responsável por integrar a abordagem rítmica de Louis Armstrong nos seus arranjos para a orquestra de Fletcher Henderson durante os meados de 1920. Em 1927, ele foi assediado de longe por Henderson e juntou-se aos “McKinney’s Cotton Pickers”, a banda da casa no Ballroom Greystone em Detroit. Durante a sua estadia com McKinney, ele escreveu e gravou as suas três melodias, mais conhecidas: “Gee Baby Ain't I Good to You” “Cherry,” and “Save it Pretty Mama. Esta última composição foi gravada, enquanto convidado da banda de Louis Armstrong, em Chicago, decorria o mês Ddezembro do ano de 1928.

Ella Fitzgerald (Newport News, EUA, 25-04-1917 — Beverly Hills, EUA, 15-06-1996) e Joe Pass (New Brunswick, New Jersey, EUA, 13-01-1929 – Los Angeles, California, EUA, 23-05-1994) na guitarra


Diana Krall (Nanaimo, Canadá, 16-11-1964 - 20xx) – No Festival de Jazz de Montreal (Canadá), em 1996.


Billie Holiday (Filadélfia, EUA, 07-04-1915 — New York, EUA, 17-07-1959) – com a sua orquestra, para a Verve Records em 1957, a 9 de Janeiro, na cidade de Los Angels. Os músicos são: Harry Edison (trompete); Ben Webster (saxofone tenor); Jimmy Rowles (piano); Barney Kessel (guitarra); Red Mitchell (contrabaixo); e Larry Bunker (bateria).


Peggy Lee (Jamestown, North Dakota, EUA, 26-05-1920 – Bel Air, California, EUA, 21-01-2002) – com Lou Levy (piano), Bill Pitman (guitarra), Buddy Clark (contrabaixo) e Larry Bunker (bateria/vibrafone).


Letra

Love makes me treat you the way that I do
Baby, ain't I good to you
Nothing in this world too good for a girl so good and true
Whoa, baby, ain't I good to you
I bought you a fur coat for Christmas
And a diamond ring, yes I did
And a big Cadillac car, and everything
What makes me treat you the way that I do
It must be love baby
That's why I'm so good to you
I bought you a fur coat for Christmas
And a diamond ring,
And a great big Eldorado, and everything
It must be love that makes me treat you the way that I do
Gee,
Baby ain't I good to you

Lamento, algumas eventuais falhas nas letras, encontradas na Internet, devido à própria improvisação dada pelos seus intérpretes, e muitas vezes de difícil entendimento. (Ricardo Santos).