A paixão nua e cega dos estios, Atravessou a minha vida como rios

Sophia de Mello Breyner Andresen, A Paixão Nua, in “O Nome das Coisas”.

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Google - Interacção Humorística (164)

Em 04-06-2012. Obrigado.

O Google...

O rapaz chega ao pé da rapariga e pergunta-lhe:
- A menina por acaso não se chama Google ?

Ao que ela responde:
- Não, porquê ?

- É que a menina tem tudo o que eu procuro !

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Jazz Standards (165)

(Dados Biográficos In Wikipédia e In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

(Sobre o tema em questão, algumas palavras retiradas de “in
http://www.jazzstandards.com/compositions/index.htm” - adaptação e tradução por Ricardo Santos)

Get Happy (#169) - Música de Harold Arlen e Letra de Ted Koehle
A vocalista Ruth Etting apresentou "Get Happy" no espectáculo da Broadway “9:15 Revue”, em 1929. No ano seguinte, a música apareceu nas tabelas de vendas:

Nat Shilkret e a Orquestra Victor (1930, Phil Dewey, Frank Luther, Leo O'Roarke, vocal, Nº. 6)
Frankie Trumbauer e a sua orquestra (1930, vocal, Nº.15)

"Get Happy" foi a primeira colaboração entre Harold Arlen e Ted Koehler. Reunido no escritório editorial Remick em Nova York, Arlen tocou a sua composição sem título no piano para Koehler ouvir. De acordo com a biografia de Edward Jablonski, “Harold Arlen: Rhythm, Rainbows & Blues”, Koehler percebeu que Arlen era um músico nato, e um excelente pianista com um dom para a composição". Após a actuação de Arlen, Koehler começou a formular a letra para a música.

Judy Garland (Grand Rapids, Minnesota, EUA, 10-06-1922 - Londres, 22-06-1969) – Em 1950


Bud Powell (New York, 27-09-1924 – New York, 31-07-1966) - Paris (França) em Dezembro de 1959. Com ele, o baterista Kenny Clarke, e o contrabaixista francês Pierre Michelot.


JJ Johnson (Indianapolis, Indiana,EUA 22-01-1924 - 04-02-2001) e Clifford Brown (Wilmington, Delaware, EUA, 30-10-1930 - Bedford, Pennsylvania,  EUA, 26-06-1956) – Com Percy Heath (contrabaixo), Kenny Clarke (bateria), John Lewis (piano), Jimmy Heath (saxofones tenor e barítono), Jay Jay Johnson (trombone) e Clifford Brown (trompete).


Frank Sinatra (Hoboken, EUA, 12-12-1915 — Los Angeles, EUA, 14-05-1998) – da colecção de 3 CD “Absolutely Essential”.


Letra

Pack up your troubles and just get happy
Ya better chase all your cares away
Sing Hallelujah, come on get happy
Get ready for the judgment day
The sun is shining, come on get happy
The Lord is waiting to take your hand
Shout Hallelujah, come on get happy
We're going to the Promised Land
We're heading 'cross the river
Gonna wash our sins in the tide
It's all so peaceful
On the other side
Forget your troubles and just get happy
Ya better chase all your cares away
Sing Hallelujah, c'mon get happy
Get ready for the judgment day
The sun is shining, come on get happy
The Lord is waiting to take your hand
Shout Hallelujah, come on get happy
We're going to the Promised Land
We're heading 'cross the river
Wash our sins away in the tide
It's all so peaceful
On the other side
We're heading 'cross the river
Wash our sins away in the tide
It's all so peaceful
On the other side
Forget your troubles and just get happy
Ya better chase your cares away!
Sing Hallelujah, come on get happy
Get ready for the judgment day

Lamento, algumas eventuais falhas nas letras, encontradas na Internet, devido à própria improvisação dada pelos seus intérpretes, e muitas vezes de difícil entendimento. (Ricardo Santos).

sábado, 12 de agosto de 2017

Eyes Thru Glass (22) – Basílica da Estrela

Aqui neste blogue e no “Eyes thru Glass“ mostro aquilo que os meus olhos vêem, através da objectiva.

Aqui ficarão somente as fotos, sem texto ficcional e sem música, apenas uma breve introdução, onde são tiradas e quando, e eventualmente alguma especificação técnica. Cliquem sobre a primeira foto para poderem vê-las em formato maior.

No dia 14 de Agosto de 2016, fiz umas quantas fotos da célebre Basílica da Estrela em Lisboa. 













quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Moody Blues (2)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

Os “Moody Blues” foram um grupo que segui até 1971, com o álbum “Seventh Sojourn”. Até aí ouvi e coleccionei os “vinil”, depois, somente os segui, a miúde. Hoje tenho toda a discografia deles. Sempre me agradaram bastante, pela sua música trabalhada e muito bem executada, muitas das vezes acompanhada por orquestra. Por aqui no “O Pacto Português”, e durante algumas semanas (um álbum por semana, até ao “Seventh Sojourn), vou dar-vos um pouco das melodias e do “Rock” deste agrupamento, e também algumas palavras sobre os “MB” (biografia) e análise dos álbuns por críticos musicais. A análise dos álbuns dos “Moody Blues” foram traduzidas do sítio do AllMusic.com e da Wikipedia (versão inglesa). Não sei as análises da AllMusic.com,  são da época ou actuais, mas valem o que valem e como sempre tenho dito, sou um melómano amador e não sei ler uma pauta musical, embora tenha a certeza que não conseguiria viver sem ela.

The Moody Blues (Birmingham, Maio 1964 – 20xx)

The Moody Blues são uma banda de Rock Inglês. Entre algumas das suas inovações para a época conta-se com a fusão com a música clássica. Isto é evidente, e principalmente, no excelente álbum, de 1967, “Days Of Future Passed”.
The Moody Blues venderam mais de 70 milhões de álbuns em todo o mundo e obtiveram 14 discos de ouro e platina. A partir de 2012 eles permanecem activos, com um membro da banda original de 1964, John Lodge, e mais dois a partir da linha 1967, Justin Hayward e Graham Edge.

Discografia:

The Magnificent Moodies (1965)
Days of Future Passed (1967)
In Search of the Lost Chord (1968)
On the Threshold of a Dream (1969)
To Our Children's Children's Children (1969)
A Question of Balance (1970)
Every Good Boy Deserves Favour (1971)
Seventh Sojourn (1972)
Octave (1978)
Long Distance Voyager (1981)
The Present (1983)
The Other Side of Life (1986)
Sur la Mer (1988)
Keys of the Kingdom (1991)
Strange Times (1999)
December (2003)

Etiquetas - Decca, Deram, Threshold, Polydor, Universal, Ark 21, Eagle, Image.
Membros actuais - Graeme Edge, John Lodge e Justin Hayward.
Membros anteriores - Ray Thomas, Michael Pinder, Denny Laine, Clint Warwick, Rodney Clark e Patrick Moraz.



Álbum (vinil) - Days Of The Future Passed (1967), Deram Stereo SML 707,  Crítica (Review, by Bruce Eder). Gravado entre 8 de Outubro e 3 de Novembro de 1967. Editado em 11 de Novembro de 1967.

Este álbum marcou a estreia oficial da era psicadélica dos Moody Blues; embora tivessem feito um par de “singles”, a partir de 1966, já com membros Justin Hayward e John Lodge, a obra “Days of Future Passed” foi muito mais ousada e ambiciosa. Surpreendeu e deliciou pela primeira vez todos, na conjugação de sons entre a “London Festival Orchestra” e os Moody Blues, sem comprometer ou fazer ambos perderem-se na exuberante mistura musical. Isto aconteceu porque eles vieram para este álbum com o mais forte e coeso conjunto de temas, feitos até então, na sua curta história. Depois de terem passado o ano anterior a trabalhar arduamente e a emendar erros e defeitos, até que chegaram aqui. A “Decca Records” queria uma versão Rock da sinfonia do “Novo Mundo” ("New World Symphony") de Anton Dvorak, porque queria mostrar a sua tecnologia estéreo de som melhorada. Mas a pedido da banda, o produtor Tony Clarke (com o engenheiro de som Derek Varnals, e mais a sua cumplicidade) sequestrou o projecto e, em vez cortar o repertório do grupo, com o maestro e orquestrador, Peter Knight, adicionou o acompanhamento de orquestra e concebeu as secções de ligação entre as músicas de abertura, a grandiosidade do álbum, e a música de encerramento. A editora não sabia o que fazer com o álbum resultante, que não era nem “Clássico” nem “Pop”, mas após o seu lançamento em Dezembro de 1967, o público encontrou o caminho para ele e para o adquirir, tendo sido considerado, como uma das primeiras peças com uma imensa orquestração, um álbum de “Rock Psicadélico”, na esteira do álbuns dos “Beatles”, “Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band” e “Magical Mystery Tour”. Além do mais, era um refrescante original, ao invés de uma tentativa de imitar os Beatles. Prensado entre o lirismo lúdico do tema "Another Morning" e o misticismo da composição "The Sunset", e músicas como "Tuesday Afternoon" e "Twilight Time" (que se mantiveram no repertório em concerto, durante três anos), foram batendo os “roqueiros” dentro do ambiente psicadélico britânico, com este som verdadeiro e original da banda. Com "Tuesday Afternoon" e "Nights In White Satin" para impulsionar as vendas, “Days of Future Passed” tornou-se um dos documentos que definem o florescimento da era psicadélica, e um dos álbuns mais populares da sua época. No CD, tecnicamente, a história foi bastante irregular, quando em 1997, foi regravado a partir do original pela “Polygram” e somente quando do 40º. Aniversário dos “Moody Blues”, a versão DVD Audio tenha finalmente melhorado, substancialmente, o álbum.

Formação do álbum “Days Of Future Passed": Justin Hayward (vocais e guitarra), Mike Pinder (vocais e teclas), Ray Thomas (vocais, flauta e percussão), Graeme Edge (vocais, bateria e percussão) e John Lodge (vocais e baixo).
Melhor classificação, Álbum: 3º. Lugar “Billboard 200” em 1972 e Tema “Nights In White Satin” 2º. Lugar “Billboard Hot 100” em 1972.
         
Moody Blues (1964)

The Day Begins and Dawn is a Feeling, de Mike Pinder.



Another Morning, de Ray Thomas.


Forever Afternoon (Tuesday?), de Justin Hayward. Aqui no Festival da Ilha de Wight.


Nights In White Satin, de Justin Hayward. Video oficial da composição de 1967.