Contigo nunca me perco, perdendo-me ! (Ricardo Santos)

sábado, 26 de maio de 2018

O Livrinho Vermelho do Galo de Barcelos (2)

O Livrinho Vermelho do Galo de Barcelos / Ex-citações de Mau de Zé y Chunga:
2ª. edição. Colaboração dos Anarkas (e não só...) deste País;
Fotos de: José Teixeira, Avelãs Coelho, Lourenço Pereira e José Teixeira;
Capa de: Acácio Campos.
Digitalizações gentilmente cedidas pela Afrodite.





quinta-feira, 24 de maio de 2018

Juca Chaves (piadas 3)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

Embora muitas das piadas e composições do Juca Chaves (Jurandyr Czaczkes Chaves) estejam dirigidas para o público brasileiro e com assuntos relativos ao Brasil, fica aqui a minha homenagem, enquanto vivo, de um dos melhores humoristas brasileiros de todos os tempos. Homem polémico, perseguido muitas vezes pelo poder institucional, com uma graça extrema e algumas vezes ousada.
Aqui ficam algumas das suas mais famosas piadas, do álbum ““Ninguém Segura este Nariz” de 1974”.


Juca Chaves (22-10-1938) – É um compositor, músico e humorista brasileiro...

Caligrafia era dela


Cego e cão


Investimento seguro

terça-feira, 22 de maio de 2018

O Comboio - Interacção Humorística (173)


Em 10-10-2012. Obrigado.

O Comboio

Meu querido Pai

Berlim é uma cidade maravilhosa. As pessoas são excelentes e eu  estou realmente a gostar disto. Mas Pai, eu estou um bocado envergonhado ao chegar à minha Faculdade, com o meu Ferrari 599GTB em puro ouro, quando todos os meus professores e meus colegas vêm de Comboio.

Seu filho, Nasser


No dia seguinte o Pai responde ao mail do Nasser:


Meu amado filho

20 milhões de USD (Dolares) acabaram de ser transferidos para a tua conta.  Por favor pára de nos envergonhar, e vai comprar um comboio para ti também....

Beijos, Pai

sábado, 19 de maio de 2018

Resistência (13) Chamaram-me Cigano

Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

Músicas do CD Duplo “Os Filhos da Madrugada” editado em 27 de Abril de 1994, onde o Grande José Afonso, foi homenageado pelos artistas das principais bandas portuguesas. É também a minha homenagem a esta figura IMPORTANTÍSSIMA na vida musical portuguesa e no respeito que demonstrava e defendia pela liberdade de todos os cidadãos.

José Manuel Cerqueira Afonso dos Santos (Aveiro, 02-08-1929 – Setúbal, 23-02-1987)


 Desenho meu, feito a lápis de carvão, no ano de 1988, após a morte do Artista

Resistência (1990)



Chamaram-me um dia cigano e maltês
Menino, não és boa rês
Abri uma cova na terra mais funda
Fiz dela a minha sepultura
Entrei numa gruta matei um tritão
Mas tive o diabo na mão
Havia um comboio já pronto a largar
E vi o diabo a tentar
Pedi-lhe um cruzado fiquei logo ali
Num leito de penas dormi
Puseram-me a ferros soltaram o cão
Mas tive o diabo na mão
Voltei de charola de cilha e arnês
Amigo, vem cá outra vez
Subi uma escada ganhei dinheirama
Senhor D. Fulano Marquês
Perdi na roleta ganhei ao gamão
Mas tive o diabo na mão
Ao dar uma volta caí no lancil
E veio o diabo a ganir
Nadavam piranhas na lagoa escura
Tamanhas que nunca tal vi
Limpei a viseira peguei no arpão
Mas tive o diabo na mão

quarta-feira, 16 de maio de 2018

CinemaScope (15)

Retomo uma rúbrica que existia neste blogue, em rodapé e que possivelmente passou despercebida a muitos que me visitavam, por estar mesmo lá no fim da minha página.

É música claro ! O que estavam à espera ?

São composições que me dizem muito, porque sou um romântico e um eterno apaixonado por música, pelas outras artes, pela humanidade, pelos amigos que encontrei na blogosfera, pela Natureza, pela vida, no fundo, pelas coisas boas desta sociedade em que vivemos.

Desta vez os registos, enquanto não apagados ou eliminados do Youtube, ficarão por cá, com uma única etiqueta “CinemaScope”.

Uma voz escocesa, maravilhosa ! Como eu gosto das vozes do folk britânico. São aquelas vozes melodiosas e agradabilíssimas de ouvir sem agudos estridentes e irritantes.

Karen Matheson (11-02-1963) Red Red Rose (1794)

terça-feira, 15 de maio de 2018

Faz Hoje Anos (33) – Paulo de Carvalho

Faz hoje 71 anos... Parabéns !!!

Paulo de Carvalho (15-05-1947) – Alguém que sempre ouvi e segui a carreira. Talvez um dos nossos melhores cantores de música ligeira e não só. Aqui fica uma composição que tem a ver um pouco com todos nós. Nós que frequentámos “boites”, hoje termo usado no sentido pejorativo, mas que na década de sessenta e setenta era o local onde os jovens se reuniam para dançar. Recordem, como diz a letra: “...pequenos pedaços da nossa memória, que fazem a história incompleta de cada um de nós !”.
“Whisky On The Rocks” faz parte do álbum "Abracadabra" (1981), gravado em Espanha, com produção de Joni Galvão, e com canções conhecidas, como "Executivo" e "Abracadabra".

sábado, 12 de maio de 2018

Patchworks of Music Glued (10)

A manhã despertara. Abrira os olhos. Um dia mais de labuta era esperado. A luz entrava aos poucos pelo quarto dentro. O escuro fazia-se claro. Levantava-se. Um novo ciclo de 24 horas que se afigurava de trabalho. Algumas vezes, era difícil de suportar... Solidão!
Levava os filhos à mãe e partia para o quotidiano onde à força de braços trazia o sustento para aquela casa.

Era uma mulher nova, mas madura. Tinha lutado pela sobrevivência da sua família. Os seus cabelos castanhos, agora mais compridos, conferiam-lhe uma beleza rara. Os homens procuravam-na. Ela gostava dessa procura, mas tinha mantido a sua castidade desde que enviuvara.

Muitas vezes, aos fins-de-semana ria e brincava, passeando pela praia, com os seus dois filhos. Outras vezes sozinha, à soleira de uma esplanada, dava liberdade à sua alegria de viver que era imensa e se evidenciava em todo o seu eu.

As horas, rapidamente, passaram e o Sol tinha começado a descer. Depois da jorna cumprida, era o caminho de regresso. Ir buscar os filhos, o rebobinar do dia.

A noite chegava e alguma tristeza assolava a face. Antonia tratava da lida da casa, preparava a janta e depois levava os filhos para a cama. Acarinhava-os e aconchegava-os. Já deitada, pensava, principalmente, nos seus que tanto amava e na sua solidão que teimava manter. Voltava a esquecer quem tanto amara, fechava os olhos e adormecia, e sonhava...



Foto minha, "batida" no dia 13 de Fevereiro de 2018, numa das praias da Marginal.

Música, do "Pat Metheny Group", extraída do álbum “Secret Story” de Julho de 1992, para a etiqueta “Geffen”. A composição “Antonia”, composta por Pat Metheny.

quarta-feira, 9 de maio de 2018

Jazz Standards (170)

(Dados Biográficos In Wikipédia e In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

(Sobre o tema em questão, algumas palavras retiradas de “in
http://www.jazzstandards.com/compositions/index.htm” - adaptação e tradução por Ricardo Santos)

Limehouse Blues (#174) - Música de Philip Braham e Letra de Douglas Furber

A “Queen's Dance Orchestra”, em Inglaterra, sob a direção de Jack Hylton, introduziu a versão instrumental de “Limehouse Blues” em 1922. Mas até a composição ter estreado nos EUA nunca subiu às tabelas. Nos EUA tornou-se um grande êxito e nas vendas obteve:

Paul Whiteman e Orquestra (1924, N.º 24)
Carl Fenton e Orquestra (1924, N.º 14)
Duke Ellington e Orquestra (1931, N.º 13)
Glen Gray e “Casa Loma Orchestra” (1934, N.º 20)

O pianista e orquestrador inglês, Jack Hylton entrou para a “Queen’s Dance Orchestra” em 1921. Em Agosto de 1922, eles apresentaram a composição “Limehouse Blues”, e um mês depois o mesmo grupo, sob o nome “Jack Hylton’s Jazz Band”, gravou uma segunda versão da música. Em 1923, a “Queen's Dance Orchestra” tornou-se a “Jack Hylton Orchestra”.

Frank Vignola (West Islip, New York, EUA, 30-12-1965) Quintet e Tommy Emmanuel (Nova Gales do Sul, Austrália, 31-05-1955) – Ao vivo, em Vinceza, decorria o ano 2008.


Fletcher Henderson (Cuthbert, Georgia, EUA, 18-12-1897 - New York, New York, EUA, 29-12-1952) – Orquestra composta por: Russell Smith, Irving Randolph e Henry Red Allen (trompetes); Claude Jones e Keg Johnson (trombones); Buster Bailey (clarinete); Russell Procope e Hilton Jefferson (clarinetes e saxofones alto); Ben Webster (saxofone tenor); Fletcher Henderson (piano); Lawrence Lucie (guitarra); Elmer James (contrabaixo); e Walter Johnson (bateria).


Rosemary Clooney (Maysville, Kentucky, EUA, 23-05-1928 - Beverly Hills, EUA, 29-06-2002) – Com a orquestra de Nelson Riddle, em 1961 para o álbum “Rosie Solves the Swingin' Riddle”.


Nancy Sinatra (Jersey City, New Jersey, EUA, 08-06-1940)


Letra

And those weird China blues
Never go away
Sad, mad blues
For all the while they seem to say
Oh, Limehouse kid
Oh, oh, Limehouse kid
Goin' the way
That the rest of them did
Poor broken blossom
And nobody's child
Haunting and taunting
You're just kind of wild
Oh, Limehouse blues
I've the real Limehouse blues
Can't seem to shake off
Those real China blues
Rings on your fingers
And tears for your crown
That is the story
Of old Chinatown
Rings on your fingers
And tears for your crown
That is the story
Of old Chinatown

Lamento, algumas eventuais falhas nas letras, encontradas na Internet, devido à própria improvisação dada pelos seus intérpretes, e muitas vezes de difícil entendimento. (Ricardo Santos).

terça-feira, 8 de maio de 2018

Faz Hoje Anos (32) – Keith Jarrett

Faz hoje 73 anos... Parabéns !!!

Keith Jarrett (08-05-1945) – Do espectáculo realizado em Tóquio, decorria o ano de 1984.

domingo, 6 de maio de 2018

O Livrinho Vermelho do Galo de Barcelos (1)

O Livrinho Vermelho do Galo de Barcelos / Ex-citações de Mau de Zé y Chunga:
2ª. edição. Colaboração dos Anarkas (e não só...) deste País;
Fotos de: José Teixeira, Avelãs Coelho, Lourenço Pereira e José Teixeira;
Capa de: Acácio Campos.
Digitalizações gentilmente cedidas pela Afrodite.






sexta-feira, 4 de maio de 2018

Juca Chaves (canções 3)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

Embora muitas das piadas e composições do Juca Chaves (Jurandyr Czaczkes Chaves) estejam dirigidas para o público brasileiro e com assuntos relativos ao Brasil, fica aqui a minha homenagem, enquanto vivo, de um dos melhores humoristas brasileiros de todos os tempos. Homem polémico, perseguido muitas vezes pelo poder institucional, com uma graça extrema e algumas vezes ousada.
Aqui ficam algumas das suas mais famosas composições.


Juca Chaves (22-10-1938) – É um compositor, músico e humorista brasileiro...

Sou Sim, e Daí ?


Brasil Já Vai à Guerra

quarta-feira, 2 de maio de 2018

As 3 Fadas da Madeira - Interacção Humorística (172)

Em 24-09-2012. Obrigado.

Ler com o devido sotaque e... apreciem sem moderação)

As Três Fadas da Madeira

Certo dia, a professora pediu à turma para inventar uma história sobre FADAS.
Depois dos colegas lerem a sua composição, chega a vez do Carlinhos,
que começa assim:

- 'Vou contar a história das três fadas. Era uma vez uma prinsusa...'
Aí, professora interrompe e diz:

- 'É princesa que se diz e não prinsusa!'

- 'Não, Sra professora, nesta história é mesmo prinsusa.'

E continua:

- 'Era uma vez uma prinsusa, que vivia suzinha na turre do seu castalho
e estava traste, muito traste por estar suzinha.

Resolve então enviar um bilhuto a um prinsusu que também vivia suzinho
na turre do seu castalho.

Escreveu muitos bilhutos até que um dia o prinsusu agarrou no seu cavalo
e cavinhou, cavinhou, cavinhou pela florista até chegar ao castalho da prinsusa.

Quando chegou à purta do castalho da prinsusa dá-lhe um pintapu e a purta cai.

Sobe a correr até à turre da prinsusa, arrebenta com a purta do quarto da prinsusa, ele olha para ela..., ela olha para ele..., ele olha para ela...

e dá-lhe três fadas!!!'

domingo, 29 de abril de 2018

CinemaScope (14)

Retomo uma rúbrica que existia neste blogue, em rodapé e que possivelmente passou despercebida a muitos que me visitavam, por estar mesmo lá no fim da minha página.

É música claro ! O que estavam à espera ?

São composições que me dizem muito, porque sou um romântico e um eterno apaixonado por música, pelas outras artes, pela humanidade, pelos amigos que encontrei na blogosfera, pela Natureza, pela vida, no fundo, pelas coisas boas desta sociedade em que vivemos.

Desta vez os registos, enquanto não apagados ou eliminados do Youtube, ficarão por cá, com uma única etiqueta “CinemaScope”.

De-Phazz (1997) – “Jazz Music”, do álbum “Godsdog”, de 1999

quinta-feira, 26 de abril de 2018

Sétima Legião (12) Cantigas do Maio

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

Músicas do CD Duplo “Os Filhos da Madrugada” editado em 27 de Abril de 1994, onde o Grande José Afonso, foi homenageado pelos artistas das principais bandas portuguesas. É também a minha homenagem a esta figura IMPORTANTÍSSIMA na vida musical portuguesa e no respeito que demonstrava e defendia pela liberdade de todos os cidadãos.

José Manuel Cerqueira Afonso dos Santos (Aveiro, 02-08-1929 – Setúbal, 23-02-1987)


Desenho meu, feito a lápis de carvão, no ano de 1988, após a morte do Artista




Eu fui ver a minha amada
Lá p'rós baixos dum jardim
Dei-lhe uma rosa encarnada
Para se lembrar de mim

Eu fui ver o meu benzinho
Lá p'rós lados dum passal
Dei-lhe o meu lenço de linho
Que é do mais fino bragal

Minha mãe quando eu morrer
Ai chore por quem muito amargou
Para então dizer ao mundo
Ai Deus mo deu Ai Deus mo levou

Eu fui ver uma donzela
Numa barquinha a dormir
Dei-lhe uma colcha de seda
Para nela se cobrir

Eu fui ver uma solteira
Numa salinha a fiar
Dei-lhe uma rosa vermelha
Para de mim se encantar

Minha mãe quando eu morrer
Ai chore por quem muito amargou
Para então dizer ao mundo
Ai Deus mo deu Ai Deus mo levou

Eu fui ver a minha amada
Lá nos campos eu fui ver
Dei-lhe uma rosa encarnada
Para de mim se prender

Verdes prados, verdes campos
Onde está minha paixão
As andorinhas não param
Umas voltam outras não

Minha mãe quando eu morrer
Ai chore por quem muito amargou
Para então dizer ao mundo
Ai Deus mo deu Ai Deus mo levou

segunda-feira, 23 de abril de 2018

GNR (Grupo Novo Rock) – Nascidos Aqui (16)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

GNR (1980) – GNR (sigla de Grupo Novo Rock) é uma banda portuguesa de “pop rock”, formada no Porto, em 1980, por Alexandre Soares (vocal e guitarra), Vitor Rua (guitarra) e Tóli César Machado (bateria). Inobstante de o grupo ter surgido com o "boom do rock português", os membros consideram que estiveram à margem do fenómeno, pois quebraram barreiras e criaram uma nova sonoridade em Portugal. Actualmente a banda é constituída por Tóli César Machado (guitarra, teclas e acordeão), Jorge Romão (baixo) e Rui Reininho (vocal).

Este sempre foi o meu grupo português, de “rock”, preferido !

Dunas, do álbum “Os Homens Não Se Querem Bonitos” de 1985.


Sangue Oculto, do álbum “Rock in Rio Douro”, de 1992.


Tirana, do álbum “Mosquito” de 1998.


Asas (eléctricas), do álbum “Popless”, de 2000.

domingo, 22 de abril de 2018

Faz Hoje Anos (31) – Charles Mingus

Faz hoje 96 anos... Parabéns !!!

Charles Mingus (22-04-1922 – 05-01-1979) – a composição “Devil's Blues”, ao vivo, Montreux em 20 de Julho de 1975. Com Charles Mingus (contrabaixo), George Adams (saxofone tenor e vocais), Don Pullen (piano), Jack Walrath (trompete) e Dannie Richmond (bateria). Constante nos álbuns “Charles Mingus Quintet” de 1976 e “Charles Mingus Quintet” de 1975.

quinta-feira, 19 de abril de 2018

Moody Blues (8)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos).

Hoje a última publicação, trabalhada por mim, sobre os Moody Blues que foram um grupo que mostrou sempre o Mundo tal qual ele é, e também aquilo porque eles sempre lutaram: Paz, Dignidade e Respeito entre os Seres Humanos.
Um dos Grandes e dos Melhores Grupos de Toda a História do Rock.

Os “Moody Blues” foram um grupo que segui até 1971, com o álbum “Seventh Sojourn”. Até aí ouvi e coleccionei os “vinil”, depois, somente os segui, amiúde. Hoje tenho toda a discografia deles. Sempre me agradaram bastante, pela sua música trabalhada e muito bem executada, muitas das vezes acompanhada por orquestra. Por aqui no “O Pacto Português”, e durante algumas semanas (um álbum por semana, até ao “Seventh Sojourn), vou dar-vos um pouco das melodias e do “Rock” deste agrupamento, e também algumas palavras sobre os “MB” (biografia) e análise dos álbuns por críticos musicais. A análise dos álbuns dos “Moody Blues” foram traduzidas do sítio do AllMusic.com e da Wikipedia (versão inglesa). Não sei as análises da AllMusic.com,  são da época ou actuais, mas valem o que valem e como sempre tenho dito, sou um melómano amador e não sei ler uma pauta musical, embora tenha a certeza que não conseguiria viver sem ela.

The Moody Blues (Birmingham, Maio 1964 – 20xx)

The Moody Blues são uma banda de Rock Inglês. Entre algumas das suas inovações para a época conta-se com a fusão com a música clássica. Isto é evidente, e principalmente, no excelente álbum, de 1967, “Days Of Future Passed”.
The Moody Blues venderam mais de 70 milhões de álbuns em todo o mundo e obtiveram 14 discos de ouro e platina. A partir de 2012 eles permanecem activos, com um membro da banda original de 1964, John Lodge, e mais dois a partir da linha 1967, Justin Hayward e Graham Edge.

Discografia:

The Magnificent Moodies (1965)
Days of Future Passed (1967)
In Search of the Lost Chord (1968)
On the Threshold of a Dream (1969)
To Our Children's Children's Children (1969)
A Question of Balance (1970)
Every Good Boy Deserves Favour (1971)
Seventh Sojourn (1972)
Octave (1978)
Long Distance Voyager (1981)
The Present (1983)
The Other Side of Life (1986)
Sur la Mer (1988)
Keys of the Kingdom (1991)
Strange Times (1999)
December (2003)

Etiquetas - Decca, Deram, Threshold, Polydor, Universal, Ark 21, Eagle, Image.
Membros actuais - Graeme Edge, John Lodge e Justin Hayward.
Membros anteriores - Ray Thomas, Michael Pinder, Denny Laine, Clint Warwick, Rodney Clark e Patrick Moraz.




Álbum (vinil) - Seventh Sojourn (1972), Threshold THS 7. Gravado entre Janeiro e Maio de 1972 e Setembro de 1972. Editado em 17 de Novembro de 1972.

Mais um álbum com a marga registada dos Moody Blues, a mistura entre o “rock” e uma orquestra. A faixa de abertura, "Lost in a Lost World", de Mike Pinder, lamenta a brutalidade da revolução e refere a tensão racial. Várias músicas contêm referências políticas abertas. "You And Me", como tinha acontecido em "Question", dois anos antes, alude a guerras e conflitos em curso, incluindo o Vietnam. No entanto, embora o álbum mostre preocupações políticas, no documentário de 1990, “The Moody Blues: Legend of a Band”, o baixista John Lodge descreveu "I'm Just a Singer (In a Rock and Roll Band)" como uma resposta aos fãs que erroneamente leram sabedoria semelhante a um guru na letra dos Moodies. Instrumentalmente, o cantor e tecladista, Mike Pinder, além do Mellotron, usou um dispositivo de teclado semelhante chamado Chamberlin.

Formação do álbum “Seventh Sojourn": Justin Hayward (vocais, guitarras), John Lodge (vocais, baixos e guitarra acústica), Ray Thomas (vocais, saxofone, flauta, oboé e pandeireta), Graeme Edge (vocais, bateria e percussão) e Mike Pinder (vocais, harmónica, teclas e sintetizador).
Melhor classificação, Álbum: 1º. Lugar “Billboard 200” em 1972 e tema “Isn't Life Strange”, 29º. Lugar “Billboard Hot 100” em 1972, e o tema “I'm Just a Singer (In a Rock and Roll Band)”, 12º. Lugar “Billboard Hot 100” em 1972.

Lost in a Lost World, de Mike Pinder.


For My Lady, de Ray Thomas, ao vivo e...


… e a versão de estúdio


You and Me, de Justin Hayward e Graham Edge.


I'm Just a Singer (In a Rock and Roll Band), de John Lodge, ao vivo e…


… e a versão de estúdio

terça-feira, 17 de abril de 2018

Raúl Solnado (2)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

O grande Raúl Solnado. Embora nunca o tenha conhecido pessoalmente, foi alguém porque quem sempre nutri muita carinho e admiração. Acompanhei a sua carreira de humorista e vi-o algumas vezes no Teatro. Recordo as duas vezes que me lembro melhor. A peça “O Vison Voador” (1969) no desaparecido Teatro Laura Alves, e uma revista, no também desaparecido, Teatro Monumental, chamada “Prá Frente Lisboa”. Lembro-me de uma música que se chamava “Malmequer”, que fez um sucesso estrondoso na época. Também na RTP o segui. Destaco o grande “Zip Zip” (1969) com o Fialho Gouveia e o Carlos Cruz, e o excelente concurso “A Visita da Cornélia” (1977).

Raúl Solnado (19-10-1929 – 08-08-2009) – É um actor, humorista português e apresentador de televisão. Foi galardoado com a Ordem do Infante D. Henrique (OIH)

História da Minha Vida

segunda-feira, 16 de abril de 2018

Faz Hoje Anos (30) – Ulf Wakenius

Faz hoje 60 anos... Parabéns !!!

Ulf Wakenius (16-04-1958), com a composição, por ele escrita, “Blues For Oscar”, dedicada a Oscar Peterson (piano), com quem tocou várias vezes e do álbum “Live From the Swedish Jazz Celebration 2009”.

sexta-feira, 13 de abril de 2018

A Contar pelos Dados (9) – A carta lacrada


A manhã estava fria e o céu coberto de nuvens. O chapéu de detective assentava-lhe que nem uma luva. Jorge pertencia às brigadas da Judiciária, ia fazer cinco anos. Gostava de imitar o vestuário das séries policiais britânicas que passavam na televisão. Acrescentaria um cachimbo à  Sherlock Holmes se fumasse.

Durante estes anos, tinha ficado célebre pelo homicídio da "Casca da banana". Um caso que foi muito badalado na opinião pública e que os "media" encarregaram-se de falar vezes sem conta.

Guedes o seu colega estava atrasado. Tinham que ir conversar com duas pessoas, recolher os seus testemunhos e analisar depois os depoimentos. Olhou para o relógio. Os ponteiros obviamente não estavam parados e desde as 7:00 que Jorge estava a pé. Fez uma cara de quem estava chateado, com a falta de pontualidade do colega.

Por uns segundos abstraiu-se da espera e lembrou-se da carta.
Que carta seria aquela com um lacre em forma de coração ?

Entretanto, o Sol conseguira penetrar através das nuvens. O dia ia ser longo. Ao longe, finalmente, descortinou Guedes em passo apressado.